
Foto: Reprodução/FlaTV
Como se já não bastasse o caos nas quatro linhas, os bastidores do Flamengo seguem dando o que falar. Isso porque, conselheiros do clube se movimentam para pedir o impeachment do presidente do Conselho Deliberativo (CoDe) do Fla, Antônio Alcides.
A última quinta-feira (14) ficou marcada devido a alguns votações importantes que aconteceram na Gávea. O encontro, no entanto, terminou com agressões físicas e verbais, após mais um capítulo turbulento no ambiente interno do Flamengo na temporada.
O tumulto começou com a condução do presidente do CoDe, Antônio Alcides. O mandatário se confudiu durante a votação da proposta que proibiria a candidatura de pessoas com cargos públicos para a presidência do Flamengo.
Importante lembrar que o voto estava sendo contado pelo chamado “senta e levanta”, ou seja, sem as tradicionais placas. Com a confusão, a votação aconteceu duas vezes e, por fim, acabou sendo adiada. O presidente do CoDe, Antônio Alcides, foi chamado de “burro” em coro feito pelos conselheiros.
Apesar de toda a confusão, a noite de quinta-feira (14) marcou outras duas votações importantes na reunião do CoDe. A ampliação do mandato dos presidentes do Flamengo para quatro anos não foi aprovada. Com isso, segue a regra vigente de três anos, podendo haver reeleição por mais um mandato. Já a proposta que tratava do orçamento trienal foi aceita por unanimidade dos votos.
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Finalmente parece que o Conselho se libertou dos grilhões. Pode ser o começo da verdadeira reestruturação que o clube necessita pós-2019. A hipnose que o Landim e o Braz haviam conseguido impor nesse 3 anos parece que está perdendo o efeito. Já não era sem tempo, porque com essa gestão Landim/Braz os resultados no futebol desde 2020 sequer se aproximam do volume de investimentos realizados. Tudo por absoluto amadorismo, arrogância e falta de planejamento. Tudo por absoluta falta de cobrança, que agora parece ter chegado ao fim. O Conselho precisa manter sua necessária posição fiscalizadora e saneadora para que o Flamengo possa alcançar a supremacia, que sua condição de líder de arrecadação das Américas, o deveria credenciar.