Braz quebra silêncio após presidente do Atlético-GO falar em máfia do apito: “Problema dele e da CBF”

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Resposta acontece após nota oficial do Atlético-GO sobre jogo contra Flamengo


Presidente do Atlético-GO, Adson Batista soltou críticas fortes contra o juiz do jogo contra o Flamengo, no domingo (14), e chegou a falar em “máfia” e “vergonha” da arbitragem. Vice-presidente de futebol do Fla, Marcos Braz quebrou o silêncio e respondeu à acusação do dirigente goiano.

— Se você for buscar os lances do jogo… Acho que a nota não tem nexo, não tem nenhum ponto que seja plausível de entender que essa nota seja verdadeira. Logo no começo do jogo, você vê o pé na cara do Ayrton (Lucas). Em umas das Recopas, o (Willian) Arão fez aquilo ali, sem querer, ele não viu o jogador chegando por trás e levantou o pé, sendo expulso com cinco minutos de jogo em uma competição internacional. E ontem não aconteceu absolutamente nada. Ali, já era para ter um jogador expulso — disse Braz, em entrevista ao podcast ‘Mundo GV’.

“PROBLEMA DELE”

Na sequência da resposta, Marcos Braz continua detalhando os lances polêmicos da arbitragem. Sendo assim, o dirigente reafirma que o Flamengo não foi beneficiado e ainda conta que o clube está em alerta sobre a sequência de reclamações dos adversários.

— No lance do Bruno Henrique, pela TV, tem gente que acha que não teve o contato, mas teve o contato, e muito. Foi pênalti. Rasgou a boca dele. O Léo Pereira fez o que fez, e o juiz deu pênalti. Então, são acusações sérias, em que ele acusa, de maneira que, um pouco mais na frente, precisa provar o que disse. Mas isso é um problema dele e da organizadora do campeonato, que é a CBF — continua Braz.

— A gente respeita, mas lamenta. Vamos ficar bastante atentos para ver se isso não vai prejudicar o Flamengo mais frente, em relação a ser pressionado por ter tido benefício nesse jogo, e o Flamengo não teve benefício nenhum nesse jogo — completou o dirigente rubro-negro.

RECLAMAÇÃO DO PRESIDENTE ATLETICANO

O presidente do Atlético-GO disse, depois do jogo, que “boa parte (da arbitragem) é uma vergonha, é uma máfia”. Além disso, o dirigente também falou que os juízes “entram em campo para fabricar resultados”. Desse modo, Adson Batista ainda citou o Flamengo não precisava de uma suposta ajuda externa para jogar bem e vencer o jogo.

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