Foto: Divulgação/Flamengo
Um dia antes de o técnico Filipe Luís criticar o comportamento de Pedro, o presidente do Flamengo avisou que, atualmente, não há mais espaço para jogadores sem intensidade. Luiz Eduardo Baptista, o Bap, acredita que ser atleta tem a ver com renúncias.
— Não existe mais aquela história do jogador que tem talento, mas que não se mexe e não corre. Não existe mais aquele jogador de uma só função. ‘Ah eu sou cozinheiro eu só cozinho. Ah, eu sou motorista, eu só dirijo’. Mal comparando, você vai ter que ser motorista, fazer compras e vai ter que ajudar em outras coisas em casa. O futebol está cada vez mais solidário, mais intenso -, disse o presidente do Flamengo, antes de continuar:
— Hoje, o jogador que não correr 12 ou 13 quilômetros por jogo, ele não participa. Não consegue pegar na bola por causa do nível de intensidade. Os jogadores tem que ser atleta. Ser atleta significa fazer renúncias – afirmou Bap, em entrevista a Flamengo TV.
O Flamengo voltou da Copa do Mundo de Clubes com os holofotes voltados para si. Isso porque, após alguns comportamentos de Pedro, aborreceram Filipe Luís, que optou por não relacionar o atacante para o jogo contra o São Paulo, no sábado (12).
Assim que acabou a partida, Filipe Luís explicou a decisão e chegou a dizer que a performance do camisa 9 estava ‘beirando ao ridículo’. Diante da fala, ficou a expectativa para saber como o atacante iria reagir após esse ocorrido.
Assim, Pedro se reuniu com o elenco rubro-negro na segunda-feira (14), em uma conversa com portas fechadas no Ninho do Urubu, sem a presença de Filipe Luís. Além disso, por meio das redes sociais, o centroavante se explicou e disse que ficou desanimado após um membro do Departamento de Futebol afirmar que o clube aceitaria vender o camisa 9 por 15 milhões de euros (cerca de R$97 milhões).
Por coincidência ou não, a entrevista em que Bap condena jogadores preguiçosos, foi ao ar no mesmo dia em que a lista de relacionados excluía Pedro do jogo em questão.
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Queremos também intensidade da diretoria de futebol.
Qual a explicação possível para que a diretoria de futebol e sua equipe de scouts não estivesse preparada para realizar a contratação dos reforços no dia da abertura da janela? Passaram esses meses todo fazendo o que? Os novos contratados já deveriam estar treinando com os demais. O que se vê é que nem sabem quem querem afinal, pois era um irlandês e agora é um argentino. Depois da janela é que foram selecionar e negociar? E pior, ficam num estica e encolhe que coloca o time em risco nos mata mata. A diferença que falta para fechar de uma vez pode acabar sendo menor que o prejuízo da desclassificação. Que profissionalismo e esse?
perfeito