
Foto: Reprodução/Flamengo TV/Flamengo
O Flamengo empatou em 1 a 1 com o Ceará, nesse domingo (03), pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar de abrir o placar e dominar a posse de bola na maior parte do confronto, o Rubro-Negro acabou sofrendo com a reação do adversário no segundo tempo, o que resultou no empate. Logo após o encerramento, Filipe Luís lamentou a queda de intensidade e concentração da equipe, ressaltando, porém, as dificuldades para manter o controle diante da forte marcação do time cearense.
— Você diz chutes a gol ou no gol? No gol é precisão. O time continuou chutando, criando. Eu não diria que a gente quis defender o resultado. Pelo contrário. Tentamos continuar propondo o jogo. O adversário mudou o seu sistema, começou a jogar bola longa nas nossas costas, alguns escanteios. Então, essas jogadas foram levando nosso time para trás, tivemos dificuldade para sair -, iniciou, antes de completar:
— Ainda vou rever depois, Mas realmente baixamos o nosso nível de concentração e intensidade no segundo tempo e tivemos essa dificuldade de dominar o jogo outra vez. Acabando sofrendo o gol. Tentamos, mas não é fácil jogar contra um time que se fecha tanto. Mas no fim, ficou o empate e, como falei, com um gosto amargo -, finalizou.
De acordo com dados do site estatístico ‘Sofascore’, o Flamengo teve 69% da posse de bola, contra apenas 31% do Ceará. Além disso, finalizou mais vezes: 14 contra 9. No entanto, mesmo com o amplo domínio das ações, a equipe rubro-negra não conseguiu transformar a superioridade em campo em vitória.
Agora, o foco do Flamengo se volta para a Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (06), a equipe enfrenta o Atlético-MG, na Arena MRV, em Belo Horizonte, pelo jogo de volta das oitavas de final. Como perdeu a ida no Maracanã por 1 a 0, o Rubro-Negro precisará marcar pelo menos dois gols de diferença para avançar às quartas de final no tempo regulamentar. Caso vença por um tento, a decisão vai para os pênaltis.
Diante da necessidade, o time de Filipe Luís terá que ser mais eficiente no ataque e transformar o volume de jogo em gols. A pressão é grande, e o confronto promete ser decisivo para o restante da temporada. Como sempre, o Coluna do Fla acompanha tudo de perto e mantém o torcedor rubro-negro informado sobre cada detalhe da partida.
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Sem um treinador não adianta contratar, Felipe Luiz não esta sabendo os caminhos.
Pela exposição dele, parece não estar encontrando saídas, o que é preocupante. O jogo dele está ficando cada vez mais posicional, amarrado. Todavia, os jogadores também parecem estar num momento, na linha de frente até o Arrasca está errando passes de 1 metro, ninguém acerta o passe final para deixar o companheiro em posição de chute. O meio campo por sua vez anda muito burocrático, com excesso de bolas laterais e recuadas. Aí o Leo Besteira que acha que pode esticar as bolas ou bater as faltas. Francamente tem algo fora do lugar que o FL não está conseguindo alcançar.