
Divulgação / Flamengo
Na 36ª rodada do Brasileirão, o confronto entre Flamengo e Atlético-MG teve como destaque o duelo entre o atacante Samuel Lino e o goleiro Everson. Assim, o defensor levou a melhor sobre o ponta, nesta terça-feira (25), o que enfureceu parte da Nação Rubro-Negra.
No primeiro tempo, um cruzamento chegou até Lino, que cabeceou na trave. Na sequência, o Flamengo cobrou o escanteio e, mais uma vez, o camisa 16 tentou de cabeça, mas parou no joelho de Everson. No segundo tempo, a gota d’água para o rubro-negro foi mais uma defesa do goleiro.
Aos 15 minutos do segundo tempo, um coro flamenguista por Cebolinha passou a ecoar na Arena MRV. Pouco tempo depois, o camisa 11 se levantou do banco, o que anunciou a iminente saída de Lino para alegria de parte da torcida.
O camisa 16 é um jogador de confiança de Filipe Luís, além de ter papel defensivo importante no Flamengo. Contudo, o azar muitas vezes vitimou o jogador. Na estreia, por exemplo, um impedimento milimétrico o impediu de marcar um gol na Copa do Brasil.
Depois da pressão no Brasileirão, o Flamengo vai para um dos jogos mais importantes da história recente da Libertadores. O Rubro-Negro e o Palmeiras decidem, no sábado (29), a partir das 18h (horário de Brasília), quem será o primeiro brasileiro a conquistar a Glória Eterna quatro vezes.
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O Samuel Lino está igual ao Ayrton Lucas o ano passado. Depois que foi para a Seleção, voltou com a cabeça no espaço e no final do ano parecia esgotado. Depois, entrou de férias e voltou esta temporada melhor. O moral do Lino baixou completamente e o cérebro não está acompanhando, precisa de férias para relaxar a cabeça.
Ele telegrafa demais.
A questão do Samuel Lino arrematar em gol e não marcar remete-se à falta de treinamento de finalização por parte dos atacantes. O Flamengo não deveria ficar necessitando de Arrascaeta, Bruno Henrique e Pedro para fazer os gols e vencer os jogos. A Comissão técnica deveria cobrar aos atacantes, centroavantes e meias-ofensivos, pelo menos chutar em gol e não para fora da meta adversária.