Reprodução / Charl Podcast | Divulgação / Grêmio
A série Jogada de Risco, que conta os bastidores fictícios do futebol brasileiro, teve contribuição do Flamengo. Isso porque o produtor e ator Cauã Reymond contou que usou a goleada rubro-negra sobre o Grêmio em 2019 como objeto de estudo para o programa.
— Eu estava estudando para o Jogada de Risco. Eu nunca tinha ido ao Maracanã. E aí fui convidado por esse amigo meu, que é um agente de futebol, para ir. Era Grêmio e Flamengo, na semifinal da Libertadores de 2019. E o Grêmio estava tomando de 4 a 0 -, destacou o artista, ao ‘Charla Podcast’, e acrescentou:
— Daqui a pouco 70 mil pessoas começam a gritar: ‘Ei, Renato, vai tomar no c*!’. E o treinador sentadinho no banco, levantou, foi na beira do gramado, cruzou os braços e começou a encarar -, afirmou Cauã, que interpreta o protagonista Maurício na série.
— É, mas eu fui para estudar, né? Queria ver como era o rolê, como era o camarote, como as pessoas dos bastidores se vestiam, porque o futebol a gente sabe, né? -, apontou o ator, que completou:
— Eu queria ver a camisa, o tênis, entendeu? Quem era o marrento, quem não era, quem era o brabo, quem não era, quem estava tirando uma onda sem ser ninguém, quem era o poderoso que estava quietinho… Isso me interessa muito na dramaturgia, entendeu? Existem vários arquétipos ali -, afirmou.
Mengão e Grêmio haviam empatado em 1 a 1 no jogo de ida da semifinal da Libertadores de 2019. Apesar do resultado em casa, o time treinado por Renato Gaúcho à época saiu com moral por ter segurado os comandados de Jorge Jesus.
No Maracanã, porém, o time do Sul não viu a cor da bola, pois perdeu por 5 a 0. Houve um momento da partida em que os atletas do Grêmio pediram para os jogadores do Flamengo pararem. Assim, o Fla avançou para a final do torneio que terminou em título rubro-negro.
Entretanto, a participação do Fla foi indireta no Jogada de Risco, que conta com times fictícios. Uma das equipes, por exemplo, se chama Atlântico Futebol e Regatas. O clube é campeão carioca e usa as cores preta e dourada, que lembram o Peñarol (URU).
O colossal de fato está em todos os lugares. Imagino que usaram times fictícios para evitar a dor de cabeça em envolver o nome de clubes reais nos temas polêmicos que a série aborda, como o suborno para determinado atleta ser titular”, disse João Vítor Reis, do Coluna do Fla.
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O Boto é um péssimo diretor de futebol. Não dá pra entender a que veio. Ele continua com as mesmas novelas do BRAZ para contratar. Os scouts continuam anulados como na administração passada. Só trouxe figurões caros e velhos que hoje sangram mais os cofres rubro-negros do que entregam. Ele não acompanha as necessidades do time e o técnico contribuindo para o desgaste e a desinformação.
Ele articulou a saida do FL e tem responsabilidade na chegada de um Leonardo Jardim patético.
Boto vaza. Já vai tarde.