Fotos: Divulgação
José Boto aproveitou a pausa para a Data FIFA e participou do Portugal Football Summit. Durante o evento, o diretor de futebol do Flamengo falou sobre o mercado português e citou quatro jogadores que poderiam atuar no Rubro-Negro.
— Eu gosto muito daquele jogador do Porto com um nome esquisito, o Froholdt, gosto muito dele. Já no ano passado o segui e gosto bastante dele. Mas acho que há bastante jogadores que podiam jogar no Flamengo. Gosto muito do Maxi Araújo, do Sporting, o Prestianni também é um excelente jogador. E depois temos os portugueses, o Tomás Araújo… temos vários jogadores que, com certeza, caberiam no Flamengo —, disse Boto, em entrevista à Record Portugal.
Entre os nomes mencionados, Gianluca Prestianni chama atenção pela recente polêmica envolvendo Vini Jr. O argentino defende o Benfica (POR) e recebeu suspensão de seis partidas da UEFA por conduta discriminatória contra o atacante do Real Madrid (ESP), em duelo pela Champions League, em fevereiro de 2026.
Durante um amistoso de intertemporada entre Flamengo e Benfica, em Portugal, Prestianni também ouviu vaias da torcida rubro-negra. Além disso, os flamenguistas presentes no estádio cantaram o nome de Vini Jr. quando o argentino entrou em campo e tocou na bola.
Além de Prestianni, Boto destacou outros três atletas que atuam no futebol português. Maxi Araújo defende o Sporting e pode atuar como lateral ou ala pela esquerda. O uruguaio também disputou a Copa do Mundo pela seleção do país.
Victor Froholdt, por sua vez, joga no Porto (POR) e atua como meio-campista. O dinamarquês também defende a seleção Do próprio país. Já Tomás Araújo pertence ao Benfica e exerce a função de zagueiro.
Boto também explicou que o Flamengo encontra dificuldades para contratar jogadores portugueses. Segundo o dirigente, os atletas do país ainda não enxergam o futebol brasileiro como um destino natural para suas carreiras.
— Há bastante jogadores aqui que eu gostaria de contratar, alguns portugueses, outros estrangeiros, mas que atuam em Portugal. É difícil, porque o jogador português não vê ainda o Brasil como um país para saírem, não é? —, afirmou.
Apesar da resistência dos portugueses em atuar no futebol brasileiro, o diretor do Flamengo ressaltou que o cenário financeiro pode favorecer os clubes nacionais. Afinal, as equipes brasileiras conseguem oferecer salários competitivos no mercado.
— Embora hoje no Brasil se pague salários muito, muito bons. Não há essa cultura ainda do jogador português sair para o Brasil, mas há muito bons jogadores aqui em Portugal, não só portugueses, como os jogadores estrangeiros que atuam nos três grandes, que são jogadores que caberiam perfeitamente no Flamengo —, completou Boto.
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