O Flamengo entra em campo na noite desta quarta-feira (17) para enfrentar o América-MG com uma novidade: uma homenagem aos 35 anos do título mundial, conquistado em 1981, aparecerá na manga do Manto Sagrado. E a novidade estará disponível à venda em breve, exclusivamente para os sócios-torcedores.
É uma celebração da geração mais vitoriosa da história rubro-negra, que teve seu auge exatamente na vitória sobre o Liverpool, no dia 13 de dezembro de 1981, em Tóquio, mas que passou antes por todas as conquistas possíveis – campeonatos estaduais, o Brasileiro e a Libertadores, antes da conquista do Mundo. Adílio, que fez o segundo dos três gols do jogo disputado no Japão, recorda-se bem como tudo isso começou.
“Trinta e cinco anos depois, lembro como se fosse hoje. Este foi um título que a gente foi buscar, e foi uma missão que começou com a chegada do Cláudio Coutinho como técnico. Ele colocou isso pra gente: “vamos buscar o título mundial!” A trajetória começou com ele, depois passou o Dino Sani, o Carpegiani. Depois que fomos campeões na Libertadores, cruzamos com o Coutinho em um aeroporto, ele na época trabalhava nos Estados Unidos. E ele falou: “agora só falta mesmo o Mundial”. Quinze dias depois disso, ele faleceu naquele acidente terrível. Então, fomos para o Japão com este espírito. Até me arrepio falando disso”, conta o eterno camisa 8.
A estreia da marca comemorativa dos 35 anos do Mundial acontece com o uniforme preto, mas ela aparecerá nas três versões do Manto Sagrado (abaixo, nas camisas 1 e 2). Na outra manga, surge a marca do Nação Rubro-Negra, com a inscrição “Sou Sócio-Torcedor”. Esta aplicação nas camisas será vendida em breve em lojas oficiais, exclusivamente para sócios-torcedores, sem custo adicional. Assim, apenas quem for sócio-torcedor terá a chance de possuir este modelo histórico – clique aqui agora para fazer sua adesão e estar pronto para aproveitar esta vantagem. As informações sobre início e pontos das vendas serão divulgadas através dos canais oficiais do clube (site e redes sociais).
No jogo contra o Liverpool, então campeão europeu, Nunes fez os outros dois gols e Zico foi premiado como o melhor jogador em campo. Adílio até hoje se emociona não apenas com a conquista em si, mas também com o impacto que ela teve na Nação – e também com o seu papel hoje, de torcedor rubro-negro.
“Quando fiz o gol, na hora de comemorar eu só pensava na galera da Cruzada São Sebastião, de onde eu vim. Tinha prometido para eles que voltaria do Japão campeão do Mundo. E quando o jogo acabou, a gente só queria saber como estava a festa no Brasil, perguntávamos muito, pensava demais na torcida por aqui. Ainda é um peso muito grande termos participado daquela conquista. E a cabeça de toda a nossa geração dos anos 80 é participar de novas grandes conquistas, agora como torcedor. É esse o nosso grande desejo”, completou.
Fonte: Site Oficial Flamengo

Ficou lindo tô doido pra usar!
esses jogadores de hoje no futebol “moderno” como muitos dizem, eu acho que fez foi um retrocesso, deveria receber menos de 50 mil é muita ruindade em campo.