Paulo Victor, Léo Moura (Pará), Wallace, Samir e Anderson Pico; Cáceres (Márcio Araújo), Canteros e Arthur Maia (Lucas Mugni); Nixon (Alecsandro), Everton (Luiz Antônio) e Marcelo Cirino (Bressan). Técnico: Vanderlei Luxemburgo. Como se vê, era bem diferente o Flamengo que enfrentou o Vasco em Manaus, em janeiro de 2015. Poucos dias antes do reencontro na mesma Arena da Amazônia – no próximo domingo, agora valendo vaga na final do Campeonato Carioca –, ficam claras as muitas mudanças sofridas no elenco do Rubro-Negro neste período.
Dos jogadores que participaram da vitória por 1 a 0 (gol de Everton), em jogo válido por um torneio amistoso, apenas Paulo Victor, Pará, Wallace, Márcio Araújo, Canteros, Marcelo Cirino, Everton e Nixon permanecem no Flamengo. Os dois últimos, aliás, estão machucados e somente três são titulares.
Desde aquela partida contra o Vasco em Manaus, o Flamengo viu a chegada de 20 jogadores (sendo 10 em 2016) e se despediu de 21 (veja a tabela). Também houve trocas de comando da equipe. Vanderlei Luxemburgo foi demitido ainda no primeiro turno do Brasileiro de 2015. Cristóvão Borges, Oswaldo de Oliveira e Jayme de Almeida também treinaram a equipe antes da chegada de Muricy Ramalho.
Utilizado no clássico de Manaus por Luxemburgo, o esquema 4-3-3 voltou a compor o Flamengo com Muricy Ramalho na maior parte dos jogos de 2016. No entanto, recentemente o treinador passou a adotar o 4-4-2, aumentando o número de homens de criação no meio. Os resultados satisfatórios mostram que a tendência é que esta seja a tática do clássico do próximo domingo.
Voltar a Manaus para enfrentar o Vasco também pode ser encarado como fonte de inspiração para o Flamengo dar fim ao jejum diante do rival. Isso porque após o duelo no Amazonas, as duas equipes se enfrentaram outras nove vezes, com uma vitória rubro-negra, três empates e cinco derrotas para o Cruz-Maltino.
O último duelo também ocorreu fora do Rio de Janeiro. E o desempenho no empate em 1 a 1 com o Vasco em Brasília deixou no Flamengo a certeza de que o incômodo histórico recente está perto de terminar.
– Estamos motivados para esse jogo, mas o mais importante é sempre o próximo. Tudo serve como motivação. No último jogo contra eles jogamos muito bem, estivemos por um fio de ganhar, e eles acabaram conseguindo o gol no final – lembrou o meia Ederson.
Fonte: GE
