Os dois jogos das finais do Estadual do Rio indicaram a deterioração de partes do Maracanã por causa do corte de 70% da verba de manutenção da Odebrecht, segundo apuração do blog. Agora o estádio esta sob comando da Comitê Organizador do Rio-2016, que assumiu e não conseguiu consertar os danos causados pela falta de investimento. A empreiteira nega ter reduzido o dinheiro para manter o estádio, embora admita redução de pessoal.
Entre os problemas encontrados na final estavam: a manutenção do gramado, defeitos no sistema eletrônico que inclui um telão quebrado, o sumiço dos bancos de reservas, danos em portas e vidros de camarotes, e em ar-condicionados. Por isso, a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio Janeiro) teve de gastar mais, usando a verba das partidas das finais: o custo operacional de cada jogo ultrapassou R$ 500 mil.
Líder do Consórcio, a Odebrecht vinha tendo seguidos prejuízos no estádio, fato que se repetiu em 2015. Por isso, decidiu deixar sua gestão e demitiu praticamente a equipe inteira no final do ano passado: ficaram apenas oito funcionários. Foi contratada para alguns eventos a empresa Binário, formada por ex-empregados da construtora que participavam da gestão do estádio.
Só que o volume de dinheiro investido foi cortado em relação ao necessário. Por exemplo, não se pagou mais a empresa que cuidava do gramado no início de 2016. Por isso, o estado péssimo na primeira final, que melhorou no segundo jogo após cuidados feitos pela Ferj. Houve problemas no ar-condicionado da Globo e em um telão que precisaria de uma peça para funcionar, mas esta não foi comprado.
As avarias causadas pelo show do Coldplay também estavam aparentes. Portas e vidros estavam quebrados, embora a Odebrecht pudesse cobrar o conserto dos itens dos organizadores. Até os bancos de reservas, que eram chumbados no campo, tinham sumido do gramado. Organizadores da final tiveram que encontrá-los em um setor administrativo do Maracanã e os recolocaram no lugar.
“No início de março, a Concessionária Maracanã concluiu o programa de desmobilização do seu quadro de integrantes a fim de se adaptar ao período de uso exclusivo dos Jogos. A redução do seu quadro permanente de funcionários não atingiu os serviços essenciais e obrigatórios previstos no Contrato de Concessão, como limpeza, vigilância e manutenção, que foram cumpridos com a utilização de mão de obra terceirizada até 1º de março”, defendeu a Odebrebrecht.
Afirmou ainda que os produtores do show do Coldplay usaram equipamentos para preservar o gramado, e protegeram o patrimônio. Alegou que o Comitê Rio-2016 não fez reclamações ao assumir o estádio em março.
O Comitê Rio-2016 informou que desconhecia os problemas e disse que o estádio não estava em condições precárias quando recebido. O governo do Estado do Rio prometeu responder perguntas em breve, mas não tinha enviado respostas em 2016. Quando questionado pelo blog, o secretário da Casa Civil, Leonardo Espíndola, disse que confiava na manutenção feita pela Odebrecht que fora atestada em um relatório na entrega do estádio.
Fonte: Rodrigo Mattos

E alguns ainda defendem que o Flamengo brigue para descascar esse abacaxi…
Perfeito.
E ninguém vai preso. Estupraram um patrimônio do povo, venderam e agora sucatearam.
Infelizmente o templo do futebol está se destruindo. Daqui a pouco eles inventam de fazer uma nova reforma por R$ 2 bilhões e fica por isso mesmo. Cadê o Ministério Público, cadê o TCE? Ninguém cobra nada.
O CRF tem que assumir logo o Maracanã.
Bandeira, meu Presidente, vê isso aí pra nós logo, antes que esses fdes acabem com tudo.
O “New Maracanã”, é o novo elefante branco. Se a direção do Flamengo(A nova Chapa Azul), entender de finanças, vai sair fora, a não ser q seja negociado um valor muito inferior ao atual.Gratuidades, sejam revistas (podem colocar no máximo 1%,i resto o governo paga).Afinal o Governo Brasileiros, é famoso por fazer ” caridade”c dinheiro dos outros. Pra quem não sabe o Maraca,é o estádio da carteira da tbm.cansei de ver,e inclusive esses,folgados furam fila,indo direito pela catraca.As vezes será mais barato uma permuta no Vazião, c falido Buaatafogo. Ou reformar o estádio Luso-brasileiro,25mi,depois é lucro,enquanto o maracanã pode ser grande,mas a operação era de 350mil por jogo,preparado p 20mil pessoas,inclusive cortando áreas de iluminação, funcionários,grades.A troco de comparação, o Vazião ,a operação fica por 20 mil.