Um dos principais motivos da insatisfação do Atlético-MG com a Procuradoria Geral da Fazenda é o tratamento concedido por ela e outros órgãos ligados ao Governo ao Flamengo. A análise da diretoria alvinegra é de que as autoridades resolveram com muito mais rapidez a situação do clube carioca e ainda “estenderam um pouco mais a mão” com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.
“Queremos apenas que o Governo pratique com o Atlético-MG o mesmo que já praticou com outros times, especialmente o Flamengo, que teve acesso a diversas vantagens, dentre elas, um contrato de R$ 25 milhões (com a Caixa) à vista que veio na esteira do parcelamento”, critica o diretor jurídico Lásaro Cândido da Cunha, ao blog.
“Não estamos atrás disso. Queremos apenas que se conceda um parcelamento respeitando as garantias, as melhores até hoje fornecidas por qualquer equipe, um centro comercial que assegura várias vezes mais o valor da dívida”, completa.
O presidente Alexandre Kalil teve uma reunião nesta segunda-feira para tratar do assunto em Brasília. Um acordo ainda não foi alcançado, mas se estabeleceu um linha de contato para avançar nas conversas.
Fonte: ESPN

