Há um ano, o Flamengo disputava o meia Carlos Eduardo com outros 3 times do futebol brasileiro. Uma verdadeira briga de cachorro grande para ter um grande jogador, considerado na época como sucessor de Ronaldinho Gaúcho no Grêmio.
Porém, um ano se passou, e Cadu não mostrou à torcida Rubro-Negra a que veio, muito menos justificou a diretoria a sua disputa voraz.
Com apenas um gol na temporada, aquele contra o Cruzeiro pela Copa do Brasil que ajudou o clube carioca a avançar de fase, e algumas assistências, ele passou longe da temporada minimamente regular que todos esperavam.
Porém, nos últimos meses sua evolução foi notável. Ainda sem um futebol vistoso, atraente, ou que chame atenção da torcida, mas pelo menos um futebol útil e equilibrado, e que atualmente é quase fundamental para a equipe do Flamengo.
Muitos o defendem, jogadores, comissão técnica, diretoria, e até a parte mais racional da torcida. Sabem que é um papel importante que faz no meio-campo Rubro-Negro, mas também sabem, e esperam que esse seu futebol evolua para a próxima temporada. A expectativa é grande, visto que com um tempo maior de preparação física e apenas a disputa da Taça Libertadores, ajudem o jogador a encontrar seu ritmo de jogo.
Porém, a diretoria não quer depender apenas de Carlos Eduardo para fazer a função de ‘camisa 10’. Como disse Plínio Serpa Pinto, vice-presidente de relações externas do Flamengo, a diretoria procura um “canhoto, dez, capitão, que bata falta e mande no jogo.” E esse tipo de jogador pode ser encontrado no mercado sul-americano.
Depois do sorteio de grupos da Taça Libertadores no último dia 12 no Paraguai, o presidente resolveu estender sua estadia nos países sul-americanos para ‘peneirar’ um bom jogador para o clube carioca. As possíveis contratações devem ser feitas até dia 8 de janeiro, quando o time se reapresenta para dar início a temporada de 2014, com o primeiro semestre pensando apenas em uma competição: o sonhado bi-campeonato da Taça Libertadores da América.
Fonte: 4-4-2

