Paulo Pelaipe chegou ao Flamengo em dezembro de 2012 para comandar os novos rumos do futebol rubro-negro. Com a instabilidade do time, acabou contestado interna e externamente. Mas a promessa de que o time iria disputar título em 2013 vingou. Com a faixa de campeão no peito, no gramado do Maracanã, o dirigente estava acompanhado dos dois filhos e chegou a demonstrar emoção com o momento. Segundo o próprio, a proposta para que ele continue no cargo está em suas mãos.
“Recebi uma proposta para continuar não agora, mas no dia 21 de agosto. Vou conversar com meus filhos, minha esposa em Porto Alegre. Depois conversar com o Wallim (Vasconcellos, vice de futebol), o presidente e o Bap (Luiz Eduardo Baptista, vice de marketing) e ver o que eles pensam. O diálogo sempre foi franco, fraterno e leal. Agora vamos conversar e ver o que fazer. O que pesa é o grupo de jogadores, o ambiente que temos no Ninho”, disse Pelaipe.
Diante da forte pressão sofrida pelo dirigente nos últimos meses, a não renovação do contrato que se encerra no fim deste ano parecia ser caminho mais provável. Com a virada do time e a conquista da Copa do Brasil, no entanto, o panorama mudou. Destaque do time, o volante Elias abraçou Pelaipe, um dos maiores responsáveis por sua contratação, após o título. Um recado claro.
“Pelaipe vai ficar”, garantiu o vice de futebol, Wallim Vasconcellos.
O diretor executivo de futebol adotou discurso mais brando, conciliatório. Sabe que que a maré virou e está mais a seu lado. E reconheceu que, mesmo aos 61 anos, aprendeu muito em sua passagem como um dos nomes fortes do futebol rubro-negro.
“Essa hora é uma hora de tranquilidade. Tem de ter humildade. A crítica, quando é construtiva, a gente aprende. Aprendi a conviver com a imprensa carioca. A gente nessa hora não é mais importante do que os jogadores, comissão técnica. A gente faz parte de um conjunto. Hoje é dia dos jogadores, da torcida, do Jayme, do Cantarelle, de todo. Para que chegássemos ao lugar que o Flamengo merece, disputar títulos. Quando fui apresentado e falei que ia disputar título as manchetes riam e não acreditavam”, lembrou Pelaipe.
A decisão deve ser tomada nos próximos dias, até mesmo para o planejamento da temporada 2014, que, diante do título da Copa do Brasil, conta com a Libertadores.
Paulo Pelaipe chegou ao Flamengo em dezembro de 2012 para comandar os novos rumos do futebol rubro-negro. Com a instabilidade do time, acabou contestado interna e externamente. Mas a promessa de que o time iria disputar título em 2013 vingou. Com a faixa de campeão no peito, no gramado do Maracanã, o dirigente estava acompanhado dos dois filhos e chegou a demonstrar emoção com o momento. Segundo o próprio, a proposta para que ele continue no cargo está em suas mãos.
“Recebi uma proposta para continuar não agora. No dia 21 de agosto. Vou conversar com meus filhos, minha esposa em Porto Alegre. Depois conversar com o Wallim (Vasconcellos, vice de futebol), o presidente e o Bap (Luiz Eduardo Baptista, vice de marketing) e ver o que eles pensam. O diálogo sempre foi franco, fraterno e leal. Agora vamos conversar e ver o que fazer. O que pesa é o grupo de jogadores, o ambiente que temos no Ninho”, disse Pelaipe.
Diante da forte pressão sofrida pelo dirigente nos últimos meses, a não renovação do contrato que se encerra no fim deste ano parecia ser caminho mais provável. Com a virada do time e a conquista da Copa do Brasil, no entanto, o panorama mudou. Destaque do time, o volante Elias abraçou Pelaipe, um dos maiores responsáveis por sua contratação, após o título. Um recado claro.
“Ele vai ficar”, garantiu o vice de futebol, Wallim Vasconcellos.
O diretor executivo de futebol adotou discurso mais brando, conciliatório. Sabe que que a maré virou e está mais a seu lado. E reconheceu que, mesmo aos 61 anos, aprendeu muito em sua passagem como um dos nomes fortes do futebol rubro-negro.
“Essa hora é uma hora de tranquilidade. Tem de ter humildade. A crítica, quando é construtiva, a gente aprende. Aprendi a convvier com a imprensa carioca. A gente nessa hora não é mais importante do que os jogadores, comissão técnica. A gente faz parte de um conjunto. Hoje é dia dos jogadores, da torcida, do Jayme, do Cantarelle, de todo. Para que chegássemos ao lugar que o Flamengo merece, disputar títulos. Quando fui apresentado e falei que ia disputar título as manchetes riam e não acreditavam”, lembrou Pelaipe.
A decisão deve ser tomada nos próximos dias, até mesmo para o planejamento da temporada 2014, que, diante do título da Copa do Brasil, conta com a Libertadores.
Fonte: ESPN

