“Nos últimos anos demonstrei o que sou, com 40 ou 50 golos por época, e não tenho de demonstrar nada a ninguém. Não vivo obcecado por ser o melhor do mundo e só dou respostas dentro de campo”, Cristiano Ronaldo, após marcar três vezes contra a Suécia, garantir o selecionado português na Copa do Mundo e igualar Pedro Pauleta como melhor marcador de sempre da equipa das quinas.
“Fiquei muito feliz por ele quando marcou os gols contra Suécia. É ótimo que as melhores seleções estejam no Brasil. Cristiano tem mantido atuações em alto nível por muitos anos. Eu não sei se este é o melhor momento da carreira dele, mas é um atleta que sempre marca gols e faz sua parte pelo Real Madrid e também pela seleção portuguesa. Tem sido assim há muitos anos”, Lionel Messi, camisa 10 do Barcelona e da seleção argentina.
“Conseguimos fazer história hoje. A seleção francesa demonstrou muitas virtudes, é boa, forte, extraordinária. Quando vestimos essa camisa, não podemos esquecer que isso representa muito. Hoje vimos um estádio inteiro apoiando e uma seleção dando tudo por essa camisa. Espero que isso seja o começo de alguma coisa”, Mamadou Sakho, zagueiro da seleção francesa após a vitória sobre a Ucrânia que assegurou os Bleus na Copa do Mundo.
“Tudo o que eu vivi e aprendi no futebol me levou a esta possibilidade de ser treinador. Eu fiz dez jogos no Anzhi, como treinador-jogador, mas queria mesmo ser treinador principal. Por isso estou feliz agora, ainda me adaptando, mas orgulhoso do que venho construindo. Meu pensamento é de fazer história como treinador assim como fiz como jogador”, Roberto Carlos, ex-lateral da Seleção Brasileira e atual técnico do Sivasspor, da Turquia.
“Obviamente o Brasil, que joga diante da torcida, e a atual campeã Espanha, seleção do momento nos últimos anos. Também citaria a Argentina e o Uruguai, pois a competição acontece na América do Sul e esses dois países sempre foram bem em seu continente. E temos sempre a Itália, uma seleção tipicamente copeira, assim como a Alemanha”, Andreas Möller, ex-jogador que defendeu a seleção alemã em 85 partidas.
“Sou um jogador experiente e vou fazer com que a equipe tire proveito disso. Conseguimos chegar entre os melhores e estamos a dois passos da final. O Raja pode chegar à semifinal da Copa do Mundo de Clubes e até mesmo à final”, Mouhssine Iajour, atacante de 28 anos que defenderá o Raja Casablanca na Copa do Mundo de Clubes da FIFA Marrocos 2013.
“Os jogadores perceberam que a dificuldade era grande, e todos nós tínhamos que ser um pouco mais humildes, pensar um pouquinho mais no todo, deixar de lado vaidades e dar o melhor de cada um em prol de um coletivo. A proposta foi bem aceita, eles perceberam que era um momento bem difícil do clube e começaram a fazer. Agradeço que eles tenham entendido e aceitado”, Jayme de Almeida, técnico que substituiu Mano Menezes no Flamengo e levou o clube à final da Copa do Brasil.
“Quando jogo lá no Maracanã, deito a cabeça no travesseiro e durmo tranquilo. Sei que lá o gol do Hernane vai sair”, Hernane, atacante do Flamengo após o empate em 1 a 1 em Curitiba, no jogo de ida da final da Copa do Brasil contra o Atlético Paranaense.
“Tem muita coisa para acontecer. Da mesma forma que o Flamengo fez um gol aqui, a gente pode fazer lá. Já vencemos o Flamengo lá neste ano. Então, não tem nada decidido ainda. Muita coisa ainda vai ser jogada”, Vagner Mancini, técnico do Atlético Paranaense, após a partida, lembrando a vitória por 4 a 2 sobre o clube carioca no Campeonato Brasileiro. O resultado fez Mano Menezes pedir demissão.
“Procuro sempre falar isso antes dos jogos, que é para acertarmos os primeiros passes, começar bem, para ganhar essa confiança, essa força e desenvolver tudo corretamente. Antes, para mim, estava faltando. Hoje sobra”, Jô, atacando do Atlético Mineiro e da Seleção Brasileira, que voltou a ocupar um posto de protagonista no futebol brasileiro.
“É muito orgulho, porque ficar três anos num clube grande é raro, tem que comemorar mesmo. A mentalidade está mudando, temos bons resultados aqui. Mas é levado em conta também o trabalho, não só o resultado em campo. Já passei maus momentos, mas conto com a compreensão da torcida e da diretoria”, Cuca, que acaba de renovar seu contrato como treinador do Atlético Mineiro.
“Só há uma maneira de fazer história: ganhando. Estamos a três jogos disso. Não há nada ganho. Se passarmos do São Paulo, serão mais dois. Temos chance de colocar nosso nome na história da Ponte. Queremos isso, mas temos de continuar o trabalho com muita seriedade, pois não há nada ganho”, Jorginho, técnico da Ponte Preta, que ocupa a zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, mas está a um empate da final da Copa Sul-Americana.
“Os líderes políticos e econômicos devem contribuir para melhorar a situação inaceitável no Catar. É por isso que recebi muito bem a iniciativa demonstrada pela DFB e pela ITUC. Juntos podemos realizar mudanças. Estou convencido de que o Catar está levando a situação muito a sério. Essas mesmas discussões sobre o Catar mostram o importante papel que o futebol pode desempenhar para gerar publicidade e ocasionar mudança”, Joseph S. Blatter, presidente da FIFA.
“Quatro técnicos em um mês já diz tudo. A equipe não consegue definir um estilo, uma ideia do que deve fazer em campo”, Giovani dos Santos, da seleção do México, durante o drama vivido pelos astecas, que só se classificaram para a Copa do Mundo no Play-Off intercontinental.
“Sou brasileiro, e por isso considerava a Indonésia um país totalmente sem futebol. Mas fui imediatamente surpreendido pela atmosfera local. Posso dizer que os indonésios são inigualáveis na sua paixão pelo futebol. Os torcedores são provavelmente mais fervorosos e apoiadores do que em muitos outros lugares do mundo”, Jacksen Ferreira Tiago, técnico da seleção da Indonésia.
Fonte: FIFA

