Novo no cargo, Eduardo Bandeira de Mello é o recordista. A gestão dele tem a média de um técnico a cada 3 meses.
No Grêmio, Fábio Koff costuma ter 1 técnico a cada 4,5 meses. Renato Gaúcho, fazendo boa campanha, deve superar a marca.
Hoje estável com Dorival Júnior, o Vasco, de Roberto Dinamite, costuma ter um 1 técnico a cada 4,8 meses.
Vivendo grande fase com Marcelo Oliveira, o Cruzeiro tem 1 técnico a cada 7 meses, desde que Gilvan de Pinho Tavares.
Com Gilson Kleina desde que assumiu a presidência, Paulo Nobre tem a média de um técnico a cada 8 meses.
Campeão da Libertadores com Cuca, Alexandre Kalil contrata um técnico a cada 9,8 meses.
Com muitas mudanças nesta temporada, Juvenal Juvêncio viu sua média cair. É um técnico a cada 9,9 meses.
O ano também foi turbulento para o Fluminense, de Peter Siemsen, que conta com um diferente técnico a cada 11 meses.
O Santos, de Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro (licenciado do cargo) tem a terceira média mais longa: um técnico a cada 11,2 meses.
Confiando no trabalho de Oswaldo de Oliveira à frente do Botafogo, Maurício Assumpção contrata um técnico a cada 11,4 meses.
Com Tite no Corinthians desde que se tornou presidente, Mario Gobbi tem a média de um técnico a cada 19 meses.
Fonte: ESPN

