No dia 04/11/2014 foi levado ao Conselho Deliberativo do Flamengo um contrato feito com a empresa de Inteligência (espionagem) By Appointment, o que gerou um custo de R$ 21 mil/mês durante 6 meses. Mas então, é condenável ou não?
Como diz na matéria do Extra, essa é uma prática comum em várias empresas, mas, como não é comum no futebol, gera esse estardalhaço – principalmente ao se tratar de Flamengo. Em um clube que tem várias informações vazadas e suspeitas de roubos, grampear telefones e olhar e-mails do clube não são nada mais do que obrigação.
Quantas vezes já observamos leilões de jogadores após informações de interesse no mesmo terem sido vazadas? Quantas informações sigilosas pra fechar contratos de patrocínio foram vazadas? Quantas brigas ou outros problemas internos poderiam ser resolvidos em pouco tempo, mas que acabaram gerando crises após os vazamentos de informações?
Colocar o contrato para ser apreciado no Deliberativo foi apenas uma manobra para que a cota extra não fosse aceita – inclusive a maioria, se não todos, dos participantes do conselho não paga nem taxa mensal ao clube.
Por mais que essa espionagem não seja algo que se faça com prazer, é necessário para proteger a integridade do clube. Outra forma de proteger as informações é diminuir a quantidade de meios que ela tem para se disseminar. Afinal, se a informação é sigilosa, é preciso diminuir ao máximo a quantidade de pessoas que recebem essa informação.
No jornal Lance há um trecho que fala: “Ainda na terça-feira, conselheiros ficaram assustados com a possibilidade de estarem sendo vigiados visando à eleição do clube em 2015.”. Amigos, como isso pode ser visando as eleições se o contrato foi feito no início da atual gestão, terminou após 6 meses com ainda 2,5 anos para as eleições? É ou não é para tumultuar?
E o que você acha? É imoral? Você faria o mesmo que a atual gestão? Tem alguma alternativa? Comente.
Fonte: Flamengo imparcial

