O fraco desempenho do meia Carlos Eduardo faz com que sua contratação comece a ser questionada nos bastidores da Gávea.
Trazido do Rubin Kazan para o Flamengo por um empréstimo de 18 meses, numa operação que terá custado aos cofres do clube cerca de R$ 12 milhões, o jogador de 25 anos já fez onze jogos (seis como reserva) e nenhum gol.
Não foi contratado para ser o artilheiro, é verdade, mas suas atuações têm estado abaixo do esperado.
Pior: o meia não emite sinais de que irá desabrochar de uma hora para outra, alimentando o desespero daqueles que lembram de seu pífio rendimento no futebol russo.
Em dois anos e meio de Rubin Kazan, Carlos Eduardo fez apenas 13 jogos e dois gols.
Enfim, por conta disso, já há quem defenda um acordo para sua devolução, o que geraria uma economia de R$ 500 mil mensais à folha salarial.
O diretor executivo Paulo Pelaipe, responsável pela aquisição, tem sido pressionado e não me espantaria se o Flamengo aproveitasse a janela de transferências que se abre para desfazer o negócio.
Aliás, a contratação do próprio executivo tem sido questionada.
Os reforços da “Era Pelaipe” não deram resultado.
Onze jogadores já foram contratados e o Flamengo ainda não tem um time.
Wallace, João Paulo, Carlos Eduardo, Gabriel, Elias, Bruninho, Paulinho, Roger Carvalho, Diego Silva, Val e Marcelo Moreno…
É cedo para julgamentos, mas a má colocação do time neste início de Brasileiro depõe contra…
Fonte: Blog do Gilmar Ferreira

