Havia muito tempo, o Flamengo não levava um público tão numeroso a um estádio com os 63.501 pagantes do duelo de domingo, com o Santos, pela rodada de abertura do Campeonato Brasileiro, no Mané Garrincha. Mais precisamente desde 6 de dezembro de 2009, na vitória por 2 x 1 sobre o Grêmio, que deu aos rubro-negros o título brasileiro. No total, 78.639 pessoas compraram ingresso para fazer a festa no Maracanã (foram 84.848 presentes). O público do jogo de domingo contra o Peixe, porém, mostra a paixão do torcedor brasiliense pelo clube da Gávea.
A diretoria do rubro-negro mostrou mais uma vez que está interessada em estreitar as relações com o público da capital do país, como diz o diretor de Marketing, Fred Luz. “A torcida do Flamengo em Brasília fez um lindo espetáculo, lotando o Estádio Mané Garrincha e apoiando totalmente o time”, elogia. “Isso mostra a força do clube em todo o Brasil. Também foi um grande sucesso a ação que fizemos, no sábado, com os nossos sócios-torcedores de Brasília (já há mais de 1.600 sócios na cidade). Os sócios do Nação Rubro-negra que participaram do evento puderam, entre diversas atividades, jogar futebol com nossos ídolos do passado. Existe, sim, a possibilidade de voltarmos a jogar na capital.”
A diretoria do rubro-negro mostrou mais uma vez que está interessada em estreitar as relações com o público da capital do país, como diz o diretor de Marketing, Fred Luz. “A torcida do Flamengo em Brasília fez um lindo espetáculo, lotando o Estádio Mané Garrincha e apoiando totalmente o time”, elogia. “Isso mostra a força do clube em todo o Brasil. Também foi um grande sucesso a ação que fizemos, no sábado, com os nossos sócios-torcedores de Brasília (já há mais de 1.600 sócios na cidade). Os sócios do Nação Rubro-negra que participaram do evento puderam, entre diversas atividades, jogar futebol com nossos ídolos do passado. Existe, sim, a possibilidade de voltarmos a jogar na capital.”
O evento de sábado ao qual se refere o diretor, com o apoio dos patrocinadores rubro-negros, teve um churrasco que durou o dia inteiro e um torneio entre times com sócios, no qual os vencedores enfrentaram uma equipe de ex-jogadores do Flamengo, como Adílio, Júlio César, Piá e Marquinhos. Campeão mundial com o clube em 1981, Adílio diz ter gostado muito do contato com a torcida brasiliense e da maneira como foi recebido na capital federal.
“Foi muito legal o evento. Chegamos de surpresa, os torcedores não sabiam contra quem iam jogar. Disseram para eles: ‘É contra aquele time que vai sair da van’, e quando nos viram, começaram a chorar. Para mim foi uma emoção espetacular, porque na equipe deles havia um goleiro que se chama Adílio por minha causa. Ele até pediu para jogar no meu time e eu aceitei”, conta o ex-jogador, que se emociona ao comentar o fato. “Ele falou que nasceu no dia da final contra o Liverpool, e o pai dele não sabia se ia ver o parto ou ficava vendo o Flamengo.”
Além da partida contra o Santos, na qual foi visitante, o Flamengo poderá mandar jogos do Campeonato Brasileiro em Brasília. O vice-presidente de Finanças, Rodrigo Tostes, confirmou ao Correio que o clube negocia para enfrentar o Coritiba no Mané Garrincha, em 6 de julho. Tudo dependerá de acordo com o consórcio vencedor da licitação do Maracanã, que ainda não foi concluído.
Os dirigentes rubro-negros ficaram insatisfeitos com a primeira proposta feita pelo grupo, que ofereceu um valor de “luvas” e mais cerca de 50% da renda das partidas. Enquanto a negociação não tiver um desfecho e o Engenhão seguir interditado, o Flamengo segue sem uma “casa” para mandar seus confrontos.
Os dirigentes rubro-negros ficaram insatisfeitos com a primeira proposta feita pelo grupo, que ofereceu um valor de “luvas” e mais cerca de 50% da renda das partidas. Enquanto a negociação não tiver um desfecho e o Engenhão seguir interditado, o Flamengo segue sem uma “casa” para mandar seus confrontos.
Fonte: Futebol do Interior

