Apesar da boa recepção e da grande bilheteria, a diretoria do Flamengo entende que o clube deve ter um ponto de referência para o elenco. Por isso, aguarda o deselance sobre os casos de Engenhão e Maracanã. Em relação ao primeiro, o clube tinha um acordo alinhavado com o Botafogo, administrador do estádio, para mandar seus jogos no local em 2013, uma vez que o futuro do Maracanã é incerto. O fechamento do estádio para reformas causou um baque no planejamento rubro-negro para esta temporada.
“Já tínhamos bastante adiantado com o Botafogo para a gente mandar uns jogos no Engenhão. O estádio fechou e ficamos muito na mão”, explicou Wallim Vasconcellos.
A alternativa, então, passou a ser o Maracanã. A diretoria mantém esperanças de que o estádio possa ser disponibilizado para os clubes cariocas após a disputa da Copa das Confederações. Por enquanto, o Consórcio Maracanã, vencedor da licitação para administrar o estádio, já conversa com a diretoria rubro-negra, representada pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello e pelo vice de finanças, Rodrigo Tostes, em busca de um acordo.
Nada, por enquanto, foi definido ou assinado. O Flamengo trabalha com cautela no assunto, uma vez que a tendência é que o acerto ocorra por 35 anos, tempo que os novos administradores deverão permanecer à frente do estádio. Caso o assunto seja definido favoravelmente, o clube pretende utilizar o estádio já nos jogos após a paralisação para a Copa das Confederações.
“Se ficasse para terminar as obras, você pode isolar um pedaço do estádio para terminar. Acho que é mais um entorno do que dentro. O Vasco terá seu estádio de volta. Para todos os outros clubes do Rio ficar sem um estádio na cidade será tecnicamente muito ruim”, afirmou o vice-presidente de futebol rubro-negro.
Fonte: ESPN

