A provocação é parte fundamental em qualquer conversa entre torcedores de times rivais. O que seria da clássica rivalidade se não fossem as tradicionais alcunhas de “torcida pequena”, “time sem títulos”, “rei do vice” ou até mesmo “queridinho da imprensa”? A mesa de bar fica muito mais divertida com as zoações sadias.
Flamengo e Corinthians levam a fama mais perigosa: são aqueles times sempre favorecidos pela arbitragem. Enquanto a maioria das provocações limitam-se a fatores extracampo, essa pode ter interferência no resultado de uma partida ou, até mesmo, de um campeonato.
A partida contra o Coritiba na quarta-feira da última semana, marcou por um erro (no ponto de vista da maioria dos críticos) que colaborou para a classificação do Flamengo às quartas-de-final da Copa do Brasil. Como era de se esperar, foi prato cheio para os programas esportivos e, principalmente, para as brincadeiras surgirem aos montes nas redes sociais.
A clássica fama de favorecido pela arbitragem, somada aos 5 pênaltis marcados nas últimas 5 partidas, foi tema durante toda a semana, sendo a principal justificativa dos rivais para a sequência de 5 vitórias consecutivas do rubro-negro.
Com a ausência de pênaltis a seu favor na partida contra o Grêmio no fim de semana, e consequente derrota por 1 a 0, a teoria de “No pênaltis, no gain” ganhou ainda mais força.
A partida contra o Goiás nessa quarta-feira, foi uma demonstração de como tais brincadeiras podem se tornar um fator adverso ao Flamengo. Já no final da partida, o jogador da equipe do Goiás deu um carrinho dentro da área e a bola bateu claramente em seu braço. Lance passível de interpretação, mas será que fatores externos não podem ter afetado na decisão do árbitro? Ao meu ver, ele marcaria pênalti se não fosse toda a polêmica da semana.
Fonte: FTB Pro

