Alguns dias após o anúncio do programa de sócio-torcedor, o vice-presidente de marketing, Luiz Eduardo Baptista, disse ao LANCE!Net que o maior benefício para os contribuintes seria ‘ver o Flamengo forte’. Com 26.668 associados até a última sexta-feira, o Nação Rubro-Negra tem a maior parte, 51%, formada por cariocas. Ele foi lançado em 26 de março. A última partida do time no Rio foi em 6 de abril.
Neste sábado, às 18h30, contra o Coritiba, o Flamengo abrirá uma sequência de jogos em Brasília. A partida é a primeira de uma sequência de sete como mandante no Mané Garrincha. O torcedor carioca ficará mais de quatro meses sem ver o time na cidade.
Se pela logística, quem mais investe no plano está sendo prejudicado, essa vida cigana é benéfica aos cofres do clube. Até ontem, mais de 50 mil ingressos já haviam sido vendidos para a partida de hoje. A carga é de 67 mil. O Flamengo terá 72% da renda, a maior do clube no ano.
Jogando no Rio de Janeiro, a maior receita em 2013 foi na estreia do time no Carioca, contra o Quissamã (R$ 187.800,00). Renda inferior a quando o time foi mandante fora da cidade no Brasileiro, diante de Náutico (R$ 263.189,00), em Florianópolis, e Ponte Preta (R$ 353.115,00), em Juiz de Fora. Da cidade mineira também veio a maior arrecadação. Foi na partida de volta contra o Campinense, pela Copa do Brasil (R$ 653.612,50). Benefícios a quem paga e não vê o time jogar ainda estão sendo estudados internamente. Porém, procurado pela reportagem para saber se existe algum planejamento para compensar o investimento de quem responde por mais da metade do faturamento do programa, o Flamengo preferiu não se pronunciar até que tenha uma definição sobre o caso.
Fonte: Extra Globo



























