O serviço durou cinco horas. Tempo suficiente para que funcionários do SLU-DF (Sistema de Limpeza Urbana do Distrito Federal) recolhessem 3,5 toneladas de lixo ao redor do Estádio Nacional Mané Garrincha, depois do jogo entre Flamengo e Coritiba, que ocorreu neste sábado (6).
De acordo com o diretor substituto de Limpeza Urbana, Luiz Carlos Figueredo, a estratégia usada pelo SLU foi a de começar a coleta antes mesmo do início do jogo, às 18h30, para que, assim, não houvesse acúmulo de lixo em nenhum ponto da cidade.
— Nossa meta é trabalhar para que a cidade amanheça limpa, sem lixo de um dia para o outro.
Foram deslocados 45 garis da Asa Sul e 45 da Asa Norte, áreas centrais de Brasília. Conforme explicou Figueredo, 20 deles cuidaram da limpeza da área da Torre de TV – onde funcionaram barraquinhas de comidas-, e 70 ficaram responsáveis pela área externa do estádio – uma equipe particular faz a limpeza interna da arena.
— Houve um reforço no número de profissionais por conta do tamanho do jogo. Estamos usando essa estratégia em todos os grandes eventos, e está dando certo.
Ao todo, 120 lixeiras foram distribuídas entre os pontos com maior movimentação de torcedores; 50 ficaram instaladas na Torre; 20, dispostas no caminho entre o Parque da Cidade – estacionamento mais utilizado pelos motoristas – e o estádio; e as outras 50 foram colocadas ao redor do Mané Garrincha. O serviço durou cinco horas. Tempo suficiente para que funcionários do SLU-DF (Sistema de Limpeza Urbana do Distrito Federal) recolhessem 3,5 toneladas de lixo ao redor do Estádio Nacional Mané Garrincha, depois do jogo entre Flamengo e Coritiba, que ocorreu neste sábado (6).
De acordo com o diretor substituto de Limpeza Urbana, Luiz Carlos Figueredo, a estratégia usada pelo SLU foi a de começar a coleta antes mesmo do início do jogo, às 18h30, para que, assim, não houvesse acúmulo de lixo em nenhum ponto da cidade.
— Nossa meta é trabalhar para que a cidade amanheça limpa, sem lixo de um dia para o outro.
Foram deslocados 45 garis da Asa Sul e 45 da Asa Norte, áreas centrais de Brasília. Conforme explicou Figueredo, 20 deles cuidaram da limpeza da área da Torre de TV – onde funcionaram barraquinhas de comidas-, e 70 ficaram responsáveis pela área externa do estádio – uma equipe particular faz a limpeza interna da arena.
— Houve um reforço no número de profissionais por conta do tamanho do jogo. Estamos usando essa estratégia em todos os grandes eventos, e está dando certo.
Ao todo, 120 lixeiras foram distribuídas entre os pontos com maior movimentação de torcedores; 50 ficaram instaladas na Torre; 20, dispostas no caminho entre o Parque da Cidade – estacionamento mais utilizado pelos motoristas – e o estádio; e as outras 50 foram colocadas ao redor do Mané Garrincha.
Fonte: R7

