Sem alarde, o Flamengo começou recentemente uma operação “caça-piratas”. Visando combater a venda de produtos não oficiais e aumentar a receita com a criação de lojas reconhecidas ao redor do Brasil, o Rubro-Negro contratou um escritório de advocacia que tem mapeado e até mesmo realizado apreensões em fábricas e pontos de venda. Ao todo, cerca de sete mil produtos piratas já estão em posse do departamento jurídico do clube, após 20 ações em oito cidades do Brasil. A previsão é de que o grupo atue também no Rio de Janeiro em breve.

