O aumento no preço dos ingressos para a decisão da Copa do Brasil rende polêmica, e o Flamengo segue firme na posição da majoração dos valores – que passam até de 150%. Na Gávea, o presidente do Rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, comparou a ação do Procon-RJ com a ditadura, garantiu que manterá os preços e admite conversa com o torcedor, que ensaia protesto.
“É uma covardia que estão fazendo”, diz Presidente do Flamengo.
– Nunca vi tanta arbitrariedade. Essa forma de agir do Procon está sendo parecida com a forma do regime militar. Nós não vamos reduzir o preço dos ingressos. Se eles cobrarem multa, nós vamos nos defender. E o ingresso não está caro. Se o torcedor vier protestar, vamos conversar. mas de maneira pacífica – disse Bandeira.
A arquibancada popular saltou de R$ 100 para R$ 250. Os ingressos mais caros custarão R$ 800 para a final da Copa do Brasil contra o Atlético-PR, dia 27, no Maracanã.
– Nos aeroportos, as companhias aéreas botam preço de manhã por um preço, bem abaixo do preço do horário de pico. O preço sobe quatro vezes e ninguém fala nada. Isso é uma covardia que estão fazendo com o Flamengo. Não iremos abaixar o preço – disse Fred Luz, diretor de marketing do clube. – O torcedor do Flamengo que vai a todos os jogos já virou sócio-torcedor e pode pagar até R$ 75 por esse ingresso. Para ver uma decisão, acho que é um preço bem acessível.
Fonte: Extra Globo
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