Há muitos que vêem o futebol como ciência, ou como matemática. Acham que tudo se pode prever, antecipar, ignoram o imponderável, o psicológico, não acreditam em peso de camisa, noção de “casa”, influência de torcida ou de qualquer fator que não entre fisicamente em campo. O Brasileirão e a Copa do Brasil 2013 dão a estes céticos cientistas dois bons exemplos do que pode acontecer quando se negligencia a tradição, a história, e a influência que esses fatores têm no resultado de um jogo ou na trajetória de um time. Refiro-me a Flamengo e a Náutico.
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