A torcida do Flamengo sofreu, roeu unhas e, enfim, soltou o grito de campeão. Só que no lugar do Maracanã, o palco de tanta emoção foi a mais de 2.400 quilômetros de distância. Em João Pessoa, assim como em várias cidades brasileira, a noite era para comemorar o tricampeonato da Copa do Brasil.
O bar é um tradicional reduto de rubro-negros. Por isso, os torcedores já se conhecem há muito tempo e criam até uma relação familiar. Lucas Dias levou o pequeno Gabriel, de 2 anos, para assistir à partida confiante no primeiro título do filho.
– Estamos aqui esperando que o Flamengo seja campeão e hoje pela primeira vez com o Gabriel. Ele nunca viu o Flamengo ser campeão. Vai ser hoje – garantiu o pai coruja.
Bastou a bola rolar no Maracanã para a confiança se transformar em tensão. O gol que não saía. E, do outro lado, um adversário jogando por uma bola. Um golzinho do Furacão e o sonho de centenas de torcedores poderia ruir. E no meio de um mar de flamenguistas, um intruso: acredite, havia um vascaíno para secar o rival.
O bar é um tradicional reduto de rubro-negros. Por isso, os torcedores já se conhecem há muito tempo e criam até uma relação familiar. Lucas Dias levou o pequeno Gabriel, de 2 anos, para assistir à partida confiante no primeiro título do filho.
– Estamos aqui esperando que o Flamengo seja campeão e hoje pela primeira vez com o Gabriel. Ele nunca viu o Flamengo ser campeão. Vai ser hoje – garantiu o pai coruja.
Bastou a bola rolar no Maracanã para a confiança se transformar em tensão. O gol que não saía. E, do outro lado, um adversário jogando por uma bola. Um golzinho do Furacão e o sonho de centenas de torcedores poderia ruir. E no meio de um mar de flamenguistas, um intruso: acredite, havia um vascaíno para secar o rival.
Fonte: GE

