Apesar de não ter sustentado a tese na defesa oral na última segunda-feira, os advogados da Portuguesa querem entender por que o STJD tem reivindicado a Fifa para tomar diversas decisões, mas não para o caso Héverton. No memorial apresentado ao tribunal, que apresenta sucintamente os argumentos a serem considerados, João Zanforlim e Felipe Ezabella já questionaram isso.
No texto que será apresentado para o recurso, a Lusa vai aprofundar o tema e deve citar a questão do pedido frequente de portões fechados como punição. De acordo com os advogados, o castigo não está previsto em nenhuma das regras brasileiras, nem constituição, nem código de justiça comum e desportiva.
Usando a Fifa, a perda de pontos poderia ser menor, segundo a defesa, ou poderia até mesmo absolver o time paulista.
Fonte: ESPN

