– Nunca desfilei em escol alguma. O Galo é fantástico, um exemplo a ser seguido. Só o Galo mesmo para me tirar de casa e vir aqui, o que fiz com o maior prazer – afirmou o craque do Fluminense e da Seleção.
Riva recordou ainda os tempos em que teve Zico como companheiro de time, jogando pela Seleção.
– Joguei contra ele no Rio e com ele pela Seleção durante as Eliminatórias da Copa de 78, na Argentina. Jogamos juntos também nos Estados Unidos, com a Seleção, durante o troféu Bi-Centenário e na Copa na Argentina, em 78, que eu não gosto nem de falar por todo aquele complô que ocorreu para que a Argentina fosse campeã – recordou a “Patada Atômica”, apelido que o camisa dez tricolor herdara na época em que atuava, por causa do chute forte, de perna esquerda.
O agora ex-jogador, Deco, também participou da homenagem a Zico, e não poupou o craque rubro-negro de elogios.
– Zico é um fenômeno. Um ídolo da minha geração, de todos que gostam de futebol. Eu era um moleque, adolescente, quando ele jogava, mas o vi jogar assim mesmo. Para mim é um prazer, uma honra estar aqui – resumiu o camisa 20 tricolor.

