O chute potente de Paulinho, que já ajudou o Flamengo em outras ocasiões, voltou a entrar em ação na final do Campeonato Carioca. Contente com a pontaria afiada, o meia-atacante festejou ter garantido o empate em 1 a 1 com o Vasco, neste domingo, no Maracanã, e fez questão de citar três detalhes na saída de campo: o passe de Alecsandro, a cobrança do técnico Jayme de Almeida para arriscar mais e a determinação rubro-negra para melhorar.
– Jayme vinha me cobrando para eu bater mais ao gol. Não posso deixar de agradecer ao Alecsandro pelo passe de peito. Começamos mal o jogo, desatentos, acertamos no intervalo e voltamos com mais garra. Entramos com o espírito de quarta-feira (da Libertadores). Jayme conversou com a gente, lembrando que não podíamos deixar passar essa oportunidade. No segundo tempo, botamos a cabeça no lugar e empatamos o jogo – afirmou.
Segundo o meia Everton, que lamentou o cruzamento errado que desperdiçou lance importante em contra-ataque, também definiu o Flamengo bem diferente nas duas etapas.
Mais uma vez, Negueba teve chance de incendiar o jogo. Se não obteve o mesmo efeito da vitória na Libertadores, da última quarta-feira, ao menos criou perigo. Para ele, não há o que reclamar, já que a vantagem de empatar segue com sua equipe na finalíssima de domingo.
– O mais importante é o empate para decidir no outro domingo. A gente não gosta, mas é melhor que a derrota. Temos a vantagem de dois empates e agora é decidir na próxima partida.
Fonte: GE

