A CBF teve a chance de diminuir de forma considerável o hino cantado à capela nos jogos da seleção na Copa, que faz jogadores chorarem e virou assunto até nas entrevistas coletivas dos jogadores.
A mania, que começou na conquista da Copa das Confederações do ano passado, surgiu pelo fato do hino que toca nos eventos da Fifa ser uma versão reduzida, com um corte abrupto. Mas torcedores e jogadores continuam a cantar a letra integral.
Só que, neste Mundial, o trecho à capela poderia ser bem menor. A versão editada da Fifa tem cerca de 65 segundos. Mas, se a CBF quisesse, poderia ter 90 segundos, sendo que a primeira parte completa do hino nacional pode ser cantada em cerca de 100 segundos.
O regulamento do Mundial divulgado pela Fifa é claro no seu item número 36. Diz que a versão que toca nos estádios deveria ter sido entregue, em um CD, pelas federações nacionais, no caso do Brasil a CBF, até o dia 26 de novembro do ano passado. E com duração limitada a 90 segundos.
Consultada pela reportagem do ESPN.com.br, a assessoria da CBF diz que a versão tocada no Mundial não foi submetida à comissão técnica. Até a publicação dessa matéria, a entidade não soube informar a origem da vesão.
Se no ano passado, o hino à capela foi um dos pilares da conquista brasileira, agora, na Copa, causa discussão. Alguns jogadores, incluindo Neymar, choram muito durante a execução da música, e o time, ao contrário do ano passado, vem começando os jogos de forma sonolenta. Nesta sexta-feira, em Teresópolis, o lateral Marcelo negou que essa emoção atrapalhe o time.
Fonte: ESPN

