FELIPE – GOLEIRO
Um dos principais alvos da torcida, o goleiro não teve culpa nos gols, mas foi incapaz de fazer grandes defesas. Quando o jogo ainda estava 0 a 0, saiu muito mal em cruzamento e deu sorte em cabeçada de Rafael Moura para fora.
Nota: 5
LÉO MOURA – LATERAL-DIREITO
Falta intensidade e até mesmo poder de reação ao capitão rubro-negro. Jogou o primeiro tempo no meio-campo e o segundo na lateral e foi peça quase imperceptível em campo. Toques para o lado em excesso e nenhuma tentativa de decidir. Pouquíssimo para a principal figura do elenco. Deu espaços para Fabrício no terceiro e quarto gols.
Nota: 4
WALLACE – ZAGUEIRO
Não falhou tanto individualmente como Chicão, mas também não foi capaz de segurar o forte ataque do Inter. Perdeu a maioria das disputas individuais com Rafael Moura.
Nota: 4,5
CHICÃO – ZAGUEIRO
Péssima atuação. Apesar da experiência, se mostrou inseguro na maioria dos lances, errou lançamentos e vacilou em jogadas determinantes. Primeiro, furou ao tentar interceptar passe longo e viu Aránguiz avançar livre nas suas costas para fazer cruzamento perigoso. No lance do primeiro gol, se distraiu na marcação a Rafael Moura. Ao olhar para o auxiliar para conferir posição de Juan, deixou o atacante livre para fazer o gol. Para piorar, cometeu pênalti em Wellington Silva e foi expulso.
Nota: 1
ANDRÉ SANTOS – LATERAL-ESQUERDO
Até conseguiu boas tabelas com Lucas Mugni pela esquerda no primeiro tempo e fez alguns desarmes. Parecia que as críticas da torcida tinham surtido efeito. Com o passar do tempo, perdeu fôlego e deu espaços. Não estava no setor no lance do pênalti e perdeu a bola que originou a jogada do terceiro gol.
Nota: 4
AMARAL – VOLANTE
Responsável direto pelo primeiro gol do Internacional. Após cobrança de falta de D’Alessandro, deu a bola como perdida e esqueceu Juan nas suas costas. O zagueiro se esforçou conseguiu o cruzamento para Rafael Moura marcar. De resto, erros de passes e subidas desordenadas ao ataque que resultaram em chutes sem muito perigo.
Nota: 4,5
NEGUEBA – ATACANTE
Entrou para tentar puxar contra-ataque e correu muito. Com o Inter senhor do jogo, não conseguiu levar o Fla para frente, mas se desdobrou para ajudar como foi possível na marcação.
Nota: 5,5
RECIFE – VOLANTE
É uma figura quase imperceptível em campo. Não se destaca na marcação, nem com a bola nos pés. Em alguns lances, demonstra um pouco de displicência. Mais jovem da equipe, pode estar sentindo a pressão pelo momento ruim.
Nota: 5
MÁRCIO ARAÚJO – VOLANTE
Como lateral-direito, deu alguns espaços por erros de posicionamento, mas segurou os avanços
de Fabrício pelo setor, o que Léo Moura não foi capaz de fazer. No segundo tempo, voltou
para o meio e também fez seu papel. Passa em branco, na medida do possível, na tarde trágica
do Flamengo.
Nota: 6
LUCAS MUGNI – MEIA
Vacilou ao perder a bola que gerou o pênalti de Chicão no primeiro tempo, mas o lance mostra
muito de sua entrega na partida. Estava no lado esquerdo da defesa cobrindo avanços de André
Santos. Com a bola no pé, tentou de todas as maneiras levar o Flamengo para o ataque,
participou bastante do jogo, só que errou muito:
Nota: 5,5
ALECSANDRO – ATACANTE
Peça completamente nula. Com o Flamengo sem capacidade de criação, praticamente não
participou do jogo e se limitou a tentar atrapalhar a saída de bola do Inter. Nas poucas
vezes em que teve a bola no pé, se privou de finalizar e errou o último passe:
Nota: 5
LUIZ ANTONIO – VOLANTE
Entrou com o placar já 3 a 0 para o Inter e sequer foi notado em campo:
Nota: 5
NIXON – ATACANTE
Foi quem mais tentou levar o Flamengo para o ataque no primeiro tempo. Com muita correria e
vontade, brigava com os zagueiros do Inter e se movimentava de um lado para o outro. Não
conseguiu criar muito, mas não foi por falta de esforço.
Nota: 6
FERNANDO – ZAGUEIRO
Escalado para compor o setor defensivo depois da expulsão de Chicão, fez o simples e fechou
bem seu lado do campo.
Nota: 5,5
Fonte: GE

