Assim como o dinheiro, o tempo também está curto para o Flamengo, no que tange a contratação de jogadores que atuam fora do Brasil. Na próxima quinta-feira (14), a famosa janela de transferências se fecha, e, a partir de então, só poderão ser contratados atletas vindos das outras divisões do futebol brasileiro, ou aqueles que ainda não completaram sete jogos na Série A.
Desde o reinício do Brasileirão 2014, após a parada da Copa do Mundo, o Mais Querido fez apenas duas contratações, a do meio-campo Hector Canteros e a do atacante Eduardo da Silva. Em contrapartida, quatro jogadores deixaram o Rubro-Negro. O zagueiro Erazo, o lateral-esquerdo André Santos e o meia Elano tiveram seus contratos rescindidos, e o atacante Hernane foi negociado com o Al-Nassr, da Arábia Saudita.
Ciente de que precisa reforçar a equipe para se afastar da temida zona de rebaixamento, a diretoria tem se lançado ao mercado, mas esbarra nas dificuldades financeiras na hora de sacramentar algumas negociações. Como foi no caso do atacante Robinho, anunciado pelo Santos na última quarta-feira (06).
Com isso a necessidade de contar com o apoio de investidores é fundamental para que nomes como Diego Souza, Léo Lima, Edenilson (ex-Corinthians), Fred (ex-Internacional), Bolaños, entre outros, deixem de ser apenas especulações na imprensa, e possam, de fato, ajudar o Flamengo dentro das quatro linhas.
A venda de Hernane rendeu aos cofres do Mais Querido cerca de R$ 7 milhões, enquanto as saídas de Erazo, Elano, André Santos e do próprio Brocador aliviaram a folha salarial rubro-negra em, aproximadamente, R$ 1 milhão. Agora resta saber, se a diretoria vai usar essa quantia para reforçar a equipe, ou se vai continuar com os “pés no chão”, tentando sanear as finanças do clube. Quem viver, verá!
Fonte: Falando de Flamengo

