Caterham e Marussia estão fora das próximas provas da F-1 e à beira da falência. Não é sem motivo que isso acontece. A Fórmula 1 de hoje tem custos absurdos, a ponto de equipes nanicas, como as duas, terem orçamentos milionários.
Segundo estimativa da mídia especializada em automobilismo na Europa, as duas equipes têm os menores orçamentos da categoria. A Caterham tinha estimativa de gastar, em 2014, 70 milhões de euros (cerca de R$ 222 milhões) e a Marussia 60 millhões de euros (aproximadamente R$ 190 milhões).
Isso é mais até do que grandes clubes de futebol brasileiros gastam com seus departamentos de futebol inteiro (o que inclui salários, contratações e todas as despesas da equipe). Em 2013, por exemplo, o Flamengo, clube mais popular do país, investiu R$ 180 milhões no seu futebol. Mais do que a Caterham, só Corinthians (R$ 248,2 milhões) e São Paulo (R$ 248,1 milhões).
Com muita tecnologia e regulamento cada vez mais cheio de restrições, o custo de um carro de F-1 já passa dos US$ 10 milhões (cerca de R$ 25 milhões).
Com custos assim e receitas modestas, as duas equipes que agonizam só perdem dinheiro. Entre 2010 e 2012, a Marussia teve um prejuízo acumulado de quase R$ 700 milhões.
Fonte: ESPN



























