Em janeiro de 2011, a Nação Rubro-Negra celebrou a conquista de um título muito representativo para o clube: a Copa São Paulo de Juniores.
Clube que ganhou seus maiores títulos com equipes recheadas de meninos forjados na base, aquela geração encheu os torcedores de esperança. Era certo que, cedo ou tarde, aqueles campeões subiriam ao profissional e dariam muitas alegrias aos rubro-negros.
Não aconteceu exatamente assim. Separamos alguns daqueles atletas para mostrar que fim levou o time rubro-negro e como ele levou o sonho da Nação de ver um novo time de “craques formados em casa”.
8. Frauches
Capitão e autor do gol do título daquele time, Frauches integra o elenco profissional do clube há 3 temporadas mas nunca conseguiu uma sequência. Preterido por jogadores como Welinton, Renato Santos e Gonzales, vira e mexe é improvisado em alguma função defensiva.
É seguro, tem boa recuperação, mas não é muito técnico.
7. Digão
Reserva do clube por quase 2 temporadas, vive o “drama” de jogar na mesma posição que o capitão do time, que raramente fica fora dos jogos.
Atuou nos campeonatos cariocas de 2013 e 2014 e foi bem em pouquíssimos jogos. É muito afobado e costuma tomar decisões ruins durante as partidas.
Foi emprestado ao América-RN por seis meses.
6. Rafinha
Titular no início da temporada passada, Rafinha teve momentos de grande brilhantismo no Flamengo. Impressionou no campeonato carioca, marcando um dos gols mais bonitos da competição e marcou um belo gol contra o Vasco, também.
Oscilou e acabou perdendo espaço para Paulinho. Nessa temporada, foi emprestado ao Bahia, onde tem jogado com alguma regularidade e desenvoltura.
Precisa ganhar massa muscular para atuar num nível mais alto.
5. César
Goleiro titular daquela geração, César é tido pelos rubro-negros como o futuro da posição. No ano passado, estreou profissionalmente contra o Cruzeiro e teve grande atuação.
Parte da torcida gostaria de vê-lo no lugar de Paulo Victor desde já, mas o mais provável é que ele conquiste a vaga ao longo dos próximos anos, já que a posição é pouco suscetível a mudanças.
4. Muralha
Promovido ao time profissional ainda em 2011, teve algumas oportunidades sob o comando de Vanderlei Luxemburgo que deixaram a torcida animada.
Sem espaço nas duas temporadas seguintes, foi emprestado para times menores, onde não teve sequência.
Voltou ao Flamengo esse ano e ainda não conseguiu se firmar, embora tenha entrado bem contra o Figueirense.
3. Negueba
Espécie de xodó da torcida no início de sua trajetória, mostrou muito estabanado com a bola nos pés e nunca foi sombra do meia veloz e empolgante da base.
Jogou um Mundial sub-20 com a seleção brasileira e foi bem. Emprestado ao São Paulo, sofreu grave contusão e viu suas chances profissionais rarearem. Evoluiu muito pouco tecnicamente.
2. Thomás
Um dos artilheiros da Copa São Paulo de Juniores, Thomás marcou 5 gols em um único jogo e chamou a atenção da torcida rubro-negra.
Meia-atacante insinuante, também foi promovido em 2011 e fez alguns bons jogos. Perdeu espaço com a chegada de Bottinelli e foi relegado novamente aos juniores. Teve uma passagem pelo Siena antes de chegar à Ponte Preta, onde vem atuando muito bem.
1. Adryan
Maior expoente daquela geração, foi mais um armador criado no Flamengo que gerou a expectativa de ser o “novo Zico”. Não foi.
Mas promovido aos 16 anos, naturalmente oscilava muito.
Sem muitas chances no time profissional, foi emprestado ao Cagliari e, mais recentemente, ao Leeds United. Está mais em forma e espera repetir o caminho de sucesso de Philippe Coutinho.
Fonte: FTB Pro

