O bicampeonato do Cruzeiro, sacramentado no domingo com a vitória de 2 a 1 sobre o Goiás, traz no seu bojo a eficiência de uma gestão totalmente profissional.
Gilvan de Pinho Tavares, que não conseguiu se eleger deputado em Minas nas últimas eleições, teve um primeiro ano ruim, em 2012, mas se redimiu (vejam vocês!) a partir da venda de Montillo – até então considerado o craque referência do time.
Montou um time de executivos antenados com o DNA do clube e construiu um grupo forte também fora de campo: Alexandre Mattos, diretor de futebol, Valdir Barbosa, gerente, e Marcone Barbosa, gerente de marketing, souberam decifrar os anseios da torcida e o resultado se vê não apenas na parte técnica.
Financeiramente, o Cruzeiro é também um dos mais fortes, com uma nação azul a comprar seus projetos…
Sport 2 x 2 Fluminense.
Era difícil mesmo de acreditar que a inaceitável goleada de 4 a 1 imposta pela Chapecoense, no Maracanã, passaria incólume.
O time de Cristóvão sentiu o golpe.
Do meio para frente, tentou ser aguerrido.
Mas na defesa o Fluminense foi instável e pouco confiável.
O empate no final foi ao menos um prêmio à valentia tricolor…
Flamengo 1 x 1 Criciúma.
O que se esperava do time de Vanderlei era evitar um novo vexame diante do “lanterna” do Brasileiro.
E isso o Flamengo conseguiu – graças o goleiro Paulo Vítor que fez duas ou três “defesaças”.
Atenta, a diretoria se movimenta, tentando reforçar o elenco com dois argentinos:
O lateral-esquerdo do San Lorenzo, Emanuel Mas, e o atacante Lucas Pratto, do Vélez.
São dois dos vários jogadores mapeados por Vanderlei Luxemburgo.
Chapecoense 2 x 0 Botafogo.
Independentemente do que se viu em Chapecó, o rebaixamento do Botafogo é, sobretudo, filosófico.
O desfecho da administração Maurício Assumpção enterra o que um dia se chamou de moderno e visionário.
E do clube que preparava seu grande salto no cenário internacional, restou uma estrela (Jefferson), o retrato de Seedorf e uma legião de sonhadores…
Vasco 1 x 1 Icasa.
Joel Santana não foi capaz de dar um mínimo de organização no time do Vasco que se arrastava nas mãos de Adílson Batista.
Prova de que o problema não estava na capacidade do treinador.
A média de idade dos principais titulares era elevada para a Série B e a campanha mostrou isso.
Faltou força, velocidade e agressividade para uma passagem mais honrosa.
Fonte: Blog do Gilmar Ferreira

