
Lancenet – Horas depois de um grupo de 90 pessoas invadir de madrugada o prédio de propriedade do Flamengo na Avenida Rui Barbosa, a Associação de Condomínios do Morro da Viúva (Amov) divulgou na manhã desta terça-feira uma nota oficial indicando que o episódio não é surpreendente. Aos olhos dos condôminos, “desde o segundo semestre do ano passado a entidade vem alertando as autoridades sobre o abandono e total degradação do edifício, mas muito pouco foi feito”.
Segundo a Amov, o grupo de invasores seria formado por pessoas expulsas de um terreno da Cedae na Via Binário, localizada na Zona Portuária do Rio de Janeiro. Na nota, a presidente da entidade, Maria Thereza Sombra, questiona as posturas do vice-presidente de patrimônio do Flamengo, Wallim Vasconcelos, e o ex-dirigente do clube, Alexandre Wrobel:
“Em junho de 2014, levamos a situação do local ao Alexandre Wrobel, na época responsável pelo clube. Contudo, não obtivemos nenhuma resposta. Com isso, tentamos contato com o Vice-presidente de Patrimônio do Clube, Wallim Vasconcellos e mais uma vez nenhuma atitude concreta foi tomada”.
Maria Thereza acrescentou que nem mesmo o acordo do Rubro-Negro com a empresa REX, do grupo do empresário Eike Batista, mudou o estado de depredação e insalubridade no Morro da Viúva. E espera que uma nova medida seja feita para que a situação melhore no local:
“A situação é crítica. Não há qualquer tipo de segurança, apenas quatro porteiros que se revezam em dois turnos, facilitando assim os roubos e as depredações, e também se torna alvo fácil para invasões, como estamos vendo”, afirma Maria Thereza, que diz ainda que também solicitou a Letícia Pina, representante da empresa, que houvessem seguranças armados no local e alguma providência fosse tomada, mas até o momento nada foi feito. “Estamos alertando o problema no local há meses e não tivemos resposta e nem apoio. Queremos saber o que será feito agora?” – encerra.
O Flamengo, por sua vez, garantiu que está acompanhando o caso de perto, querendo uma solução da melhor maneira possível, entretanto, deixou claro que a responsabilidade em questão é da REX, da empresa EBX, que arrendou o local por 25 anos, assinada em 2012.
LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA OFICIAL DA ASSOCIAÇÃO DE CONDOMÍNIOS DO MORRO DA VIÚVA (Amov)
“A invasão do prédio que pertence ao Clube de Regatas do Flamengo, localizado na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, por famílias que foram expulsas de um terreno da Cedae na Via Binário, na Zona Portuária do Rio, não foi uma surpresa, segundo a Associação de Condomínios do Morro da Viúva (AMOV). Desde o segundo semestre do ano passado a entidade vem alertando as autoridades sobre o abandono e total degradação do edifício, mas muito pouco foi feito.
“Em junho de 2014, levamos a situação do local ao Alexandre Wrobel, na época responsável pelo clube. Contudo, não obtivemos nenhuma resposta. Com isso, tentamos contato com o Vice-presidente de Patrimônio do Clube, Wallim Vasconcellos e mais uma vez nenhuma atitude concreta foi tomada”, explica a presidente da Amov, Maria Thereza Sombra.
Em outubro do mesmo ano, a entidade contatou o ex-comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, Vaz Lima, que organizou uma operação para vistoriar o prédio. “Durante a vistoria, constatamos o total abandono do edifício, muito lixo, insalubridade e também o furto de tampas de privadas, esquadrias etc. Além disso, no local havia apenas 02 porteiros e nenhuma segurança”, afirma Maria Thereza, acrescentando que, a associação não desistiu do caso e em novembro de 2014 solicitou uma audiência com o Secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, e mais uma vez não obteve nenhum posicionamento.
Finalmente, no dia 05/12, o prédio passou por um choque de ordem onde agentes da Secretaria de Ordem Pública, da Guarda Municipal, da Vigilância Sanitária, Defesa Civil e Comlurb Vetores fizeram uma inspeção para averiguar a denúncia da AMOV de depredação e abandono do imóvel. A entidade, juntamente com os moradores da região, realizou ainda na época ainda um abraço simbólico ao prédio para chamar atenção das autoridades e da opinião pública para a gravidade da situação.
De acordo com a presidente Amov, desde 2012, quando o Flamengo fechou acordo com a empresa REX, do grupo EBX do empresário Eike Batista, para transformar o prédio em hotel, nada foi feito. “A situação é crítica. Não há qualquer tipo de segurança, apenas quatro porteiros que se revezam em dois turnos, facilitando assim os roubos e as depredações, e também se torna alvo fácil para invasões, como estamos vendo”, afirma Maria Thereza, que diz ainda que também solicitou a Letícia Pina, representante da empresa, que houvessem seguranças armados no local e alguma providência fosse tomada, mas até o momento nada foi feito. “Estamos alertando o problema no local há meses e não tivemos resposta e nem apoio. Queremos saber o que será feito agora? “, questiona a presidente.
A invasão do prédio que pertence ao Clube de Regatas do Flamengo, localizado na Avenida Rui Barbosa, no Flamengo, por famílias que foram expulsas de um terreno da Cedae na Via Binário, na Zona Portuária do Rio, não foi uma surpresa, segundo a Associação de Condomínios do Morro da Viúva (AMOV). Desde o segundo semestre do ano passado a entidade vem alertando as autoridades sobre o abandono e total degradação do edifício, mas muito pouco foi feito.
“Em junho de 2014, levamos a situação do local ao Alexandre Wrobel, na época responsável pelo clube. Contudo, não obtivemos nenhuma resposta. Com isso, tentamos contato com o Vice-presidente de Patrimônio do Clube, Wallim Vasconcellos e mais uma vez nenhuma atitude concreta foi tomada”, explica a presidente da Amov, Maria Thereza Sombra.
Em outubro do mesmo ano, a entidade contatou o ex-comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, Vaz Lima, que organizou uma operação para vistoriar o prédio. “Durante a vistoria, constatamos o total abandono do edifício, muito lixo, insalubridade e também o furto de tampas de privadas, esquadrias etc. Além disso, no local havia apenas 02 porteiros e nenhuma segurança”, afirma Maria Thereza, acrescentando que, a associação não desistiu do caso e em novembro de 2014 solicitou uma audiência com o Secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, e mais uma vez não obteve nenhum posicionamento.
Finalmente, no dia 05/12, o prédio passou por um choque de ordem onde agentes da Secretaria de Ordem Pública, da Guarda Municipal, da Vigilância Sanitária, Defesa Civil e Comlurb Vetores fizeram uma inspeção para averiguar a denúncia da AMOV de depredação e abandono do imóvel. A entidade, juntamente com os moradores da região, realizou ainda na época ainda um abraço simbólico ao prédio para chamar atenção das autoridades e da opinião pública para a gravidade da situação.
De acordo com a presidente Amov, desde 2012, quando o Flamengo fechou acordo com a empresa REX, do grupo EBX do empresário Eike Batista, para transformar o prédio em hotel, nada foi feito. “A situação é crítica. Não há qualquer tipo de segurança, apenas quatro porteiros que se revezam em dois turnos, facilitando assim os roubos e as depredações, e também se torna alvo fácil para invasões, como estamos vendo”, afirma Maria Thereza, que diz ainda que também solicitou a Letícia Pina, representante da empresa, que houvessem seguranças armados no local e alguma providência fosse tomada, mas até o momento nada foi feito. “Estamos alertando o problema no local há meses e não tivemos resposta e nem apoio. Queremos saber o que será feito agora? “, questiona a presidente.
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Foi pra mão do Wallim, já viu...
O Flamengo arrendou o prédio para REX, logo ela é a responsavel pelo local, o Fla só observa, pois se algum item do contrato for quebrado ele provavelmente poderá pedir a posse do prédio sem devolução do dinheiro já pego pela REX.
SRN
O Flamengo arrendou o prédio para REX, logo ela é a responsavel pelo local, o Fla só observa, pois se algum item do contrato for quebrado ele provavelmente poderá pedir a posse do prédio sem devolução do dinheiro já pego pela REX.
SRN
Foi pra mão do Wallim, já viu...