Fonte: Extra
O técnico Vanderlei Luxemburgo falou sobre a polêmica de arbitragem que envolve Flamengo e Vasco no próximo domingo. O alvo foi a CBF, que através de sua comissão de arbitragem recomendou que os árbitros apliquem a regra e não tolerem reclamações.
– Vi a nota que a CBF colocou sobre a arbitragem, que não pode reclamar. Por que tem que ser agora? Não é regra de futebol? Por que agora na véspera de um clássico? Quantas vezes já se viu isso e não se falou nada? Se o Jonas ou o Guinazu merecer bota para fora. Querem mostrar quem manda? Traz insegurança muito maior. O árbitro não pode entrar no jogo prevenindo o Jonas de jogar um jogo normal, fazer as faltas normais. Vai chegar lá e botar todo mundo para fora? Se falam coisas desnecessárias quando a regra já diz o que não pode acontecer – criticou o treinador.
Vanderlei se disse preocupado com a pressão sobre os jogadores na segunda partida da semifinal após as polêmicas da primeira partida.
– O árbitro no jogo passado foi ruim demais, mas no jogo anterior aplicou a regra. Nesse jogo agora se jogou uma pressão, como se fosse um futebol diferente.
Por fim, o treinador não deixou de mandar recado aos jogadores do rival, especialmente o volante Guiãzu, e lamentou o clima beligerante estabelecido.
– Já estão estabelecendo que vamos ter dois expulsos de cada lado. Tem que ter espírito de decisão, se merecer ser expulso bota para fora, mas que ganhe a melhor equipe. O Guiãzu quase tira o apito do árbitro e apita o jogo, não é para ser chamado atenção? Tem que torcer para que o jogo não tenha problema.

Essa é a diferença de um treinador como o Professor é o nosso velho Jayme, sabe fazer o jogo emocional de uma final, tirar e jogar pressão, se fosse o nosso velho e bondoso Jayme numa hora dessa estaria perdido, tão evasivo e falando tão baixinho que ninguém ia ouvir. E olha que eu tenho o maior apreço pelo o nosso “velho” e bondoso Jayme. Mas é a realidade? ” Dai a César o que é de César”.
Essa é a diferença de um treinador como o Professor é o nosso “velho” e bondoso Jayme, sabe fazer o jogo emocional de uma final, tirar e jogar pressão. Se fosse o nosso “velho” e bondoso Jayme numa hora dessa estaria perdido, tão evasivo e falando tão baixinho que ninguém ia ouvir. E olha que eu tenho o maior apreço pelo o nosso “velho” e bondoso Jayme. Mas é a realidade. ” Dai a César o que é de César”.