UOL – A aproximação da Olimpíada de 2016 e o fechamento de Maracanã e Engenhão meses antes do evento tem feito com que Flamengo e Fluminense retomem sonhos antigos de revitalização de seus estádios, nas Gávea e Laranjeiras. Ambos os campos não recebem jogos oficiais há mais de dez anos e seriam usados apenas em partidas de menor porte.
Nos dois casos, o maior obstáculo é o trânsito no entorno, já que as duas áreas ficam próximas a regiões cruciais para a passagem de carros na Zona Sul do Rio de Janeiro. Mesmo assim, as duas diretorias já manifestaram interesses em testar a viabilidade de uma revitalização ainda em 2015.
O Flamengo iniciou no mês passado a busca por uma arena para mandar os jogos de pequeno porte no próximo ano. A diretoria está preocupada com os fechamentos de Maracanã e Engenhão para os Jogos Olímpicos Rio-2016 e tem pressa para definir a situação.
Um empreendimento na sede social da Gávea foi discutido com o governador Luiz Fernando Pezão e bem recebido de forma inicial. O objetivo ainda é construir arquibancadas provisórias para cerca de 20 mil torcedores. Apesar da ideia, os dirigentes já esbarram em conhecidos problemas e na própria divisão política para dar sequência ao trabalho.
As complicadas autorizações da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, CET-Rio e Associação dos Moradores são obstáculos que o Rubro-negro jamais superou desde o último jogo oficial na Gávea – 27 de abril de 1997, quando venceu o Americano por 3 a 0. E a efervescência política também costuma aparecer nessas horas.
O planejamento do departamento de patrimônio prioriza a construção da Arena Multiuso antes dos Jogos Olímpicos do próximo ano e ainda a sequência das obras no módulo profissional do CT Ninho do Urubu. Sair do curso não está nos planos de membros da diretoria. Além disso, a sede da Gávea servirá de local para treinos de delegações olímpicas em 2016. O comitê dos Estados Unidos firmou acordo com a direção para utilizar as instalações.
“A arquibancada atual não comporta mais de 500 pessoas. Não vejo viabilidade para colocar 15 mil pessoas em uma estrutura provisória. Vejo como muito improvável. Acho complicado até uma estrutura para cinco mil torcedores. Quem vai pagar? Isso tudo custa caro mesmo que de forma provisória. O Flamengo luta hoje para construir o seu ginásio e seguir com as obras do CT. São as nossas prioridades. Não faz sentido mudar a ordem”, comentou anteriormente o vice de patrimônio, Wallim Vasconcellos.
O projeto da Gávea ainda não andou e alternativas podem ganhar força com o passar do tempo. Entre elas: Macaé, Volta Redonda e até nova estrutura provisória na Portuguesa da Ilha do Governador. Outra ideia é jogar os clássicos do Campeonato Carioca de 2016 fora do Rio de Janeiro.
O certo é que – mesmo após assinatura de contratos de parceria com Maracanã – Flamengo e Fluminense ainda sonham com o estádio próprio. Embora hoje as perspectivas ainda não sejam as melhores no aspecto financeiro, a dupla mantém nos planos a retomada daqueles que são seus palcos mais tradicionais.



























Se o Dudu das Milícias tivesse cumprido a promessa de construir arquibancadas no estádio do Bangu, seria uma boa alternativa, já que o estádio passaria a ter 25 mil lugares.
Mas Dudu enganou a todos de novo.
Estádio da Gávea já!
Wallin, você é um cara competente e com certeza conseguirá uma solução financeira para construção da nossa arena na Gávea, se esse realmente for um projeto sério. Mas na qualidade de Diretor de Marketing do meu time de pelada de finais de semana, posso te dar uma ideia:
Cotize nosso novo estádio em seis partes (1 atrás de um gol, 1 atrás do outro, 2 em uma lateral e 2 em outra, 1 em cada metade do campo) e procure empresas interessadas em adquirir as cotas como a Brahma, Tim, Caixa, Adidas.
Suponhamos que a construção do nossa arena custe R$600.000.000,00, cada cota poderia ser fixadas em R$50.000.000,00 na lateral onde ficam as cabines de imprensa, R$100.000.000,00, atrás dos gols e R$150.000.000,00, na lateral oposta às cabines, mais cara pela maior exposição em jogos televisionados.
Cada setor teria o nome da patrocinadora (setor Brahma, setor Tim…), além de suas cores e publicidade, por um período determinado. Bom negócio para todos e compatível com a política do Ganha-Ganha compartilhada e propalada pela atual administração do Mengão.
Forte abraço. Parabéns e obrigado pela forma como vem ajudanado meu Flamengo.
Excelente