Fonte: Marluci Martins
As frequentes lesões dos jogadores do Flamengo preocupam a tal ponto que o clube enfim adquiriu aparelhos importados de última geração a fim de incrementar o setor de preparação física. Além do Isocinético, para medir a força muscular dos atletas, em um mês estarão chegando ao Ninho do Urubu vinte aparelhos de GPS, que, presos ao peito por baixo da camisa, permitirão uma avaliação física mais precisa.
– O Isocinético do Flamengo está ultrapassado. Agora, vamos contar com uma aparelhagem cara e moderna – comemora o preparador Antônio Mello.
Com 40 anos de carreira nas costas, Mello não está abalado com os questionamentos vindos de fora.
– Nunca se deve parar de rever é uma frase que me acompanha – diz o profissional, admitindo discutir ideias com o técnico Vanderlei Luxemburgo. – A gente briga pra caramba. Já discutimos muito forte.
Em paz com o treinador e sonhando com dias melhores para seu departamento, Mello explica as frequentes lesões:
– No meu grupo, 90% dos jogadores são velocistas. Eles trabalham em alto nível de solicitação. Uma característica inerente ao velocista é ter sempre um probleminha.
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