Fonte: Gilmar Ferreira
Nos últimos dois anos, o peruano Paolo Guerrero, de 31 anos, fez o gol da conquista do Mundial de Clubes em 2012, e teve atuações destacadas pelo Corinthians nas campanhas dos títulos Estadual paulista e Recopa de 2013.
Mostrou-se, portanto, um atacante decisivo o que, em tese, já valeria o investimento de cerca de R$ 10 milhões anuais que o Flamengo faz para ter um artilheiro.
Não havia disponível em nenhum lugar do mundo alguém com perfil tão capaz de suprir a carência do time do que o artilheiro do Timão.
ESTILO EUROPEU.
Acontece que Guerrero não é só isso.
É também um jogador com boa leitura tática, fruto da experiência de dez anos no futebol alemão.
Quatro temporadas pelo Bayern de Munique, por onde conquistou o bi da Liga Alemã e o bi da Copa da Alemanha _ 2004/05 e 2005/06.
E outras seis no Hamburgo, clube que defendeu entre 2006 e 2012.
Não se trata, então, de um sul-americano qualquer, mas de um astro internacional.
E um atleta deste nível não custa mesmo barato.
Se valerá a pena, não sei…
DUPLA.
Confesso, inclusive, nunca ter visto uma atuação de encher os olhos, mas ninguém joga por dez anos no futebol alemão sem ter um mínimo de eficiência.
E vem daí a expectativa de ver Guerrero cair nas graças da torcida do Flamengo.
Principalmente, se, num curto prazo, tiver a companhia de Emerson Sheik.
A dupla se entendeu muito bem no Corinthians e não me surpreenderia se fosse remontada na Gávea.
Por ora, não há nada.
Mas…
FLA-FLU.
Jogo interessante na noite deste domingo. Mas é bom que Cristóvão Borges tenha no bolso a fórmula que melhore o sistema defensivo do Flamengo.
O time sofreu dois gols por jogo, nos três que fez até agora, e o próximo adversário rubro-negro é o Cruzeiro, em Minas.
É bom que Cristóvão tenha feito bom proveito do treino secreto de sexta-feira.
Pois o Fluminense de Ederson Moreira, além de ser mais qualificado, tem viés de crescimento.
O próximo jogo do Flamengo é contra o Cruzeiro, fora de casa, pegando depois a Chapecoense, no Maracanã.
E o Fluminense fará dois jogos no Rio de Janeiro contra Coritiba e Sport.
Ou seja: psicologicamente, e em tese, os tricolores entram em campo na tarde deste domingo mais relaxados.
Se isso terá sido bom ou ruim, só saberemos mais tarde…

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