Fonte: Ninho da Nação
O estatuto Rubro Negro obriga o presidente a ter em seus quadros vice-presidentes de diversas áreas, dentre elas a do futebol.
É um cargo político, não remunerado e um dos requisitos é ter cinco anos de vida associativa ininterrupta, ou seja, limita bastante a buscar no mercado alguém já com a vida financeira resolvida, que seja sócio do Flamengo e ainda disposto a encarar essa missão.
Mas ao mesmo tempo o estatuto não proíbe a contratação de diretores remunerados, como o Rodrigo Caetano para o futebol, Marcelo Vido pros esportes olímpicos.
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O clube anunciou ontem a formação de um conselho gestor para o futebol. Na prática oficializou o que já vinha acontecendo: um grupo formado pelo presidente, diversos vice-presidentes, além do Alexandre Wrobel e do Rodrigo Caetano.
(É bom diferenciar do conselho diretor, que é formado por todos os vice-presidentes de todas as áreas)
A ideia original é interessante. O futebol e sua receita de R$ 300 milhões não podem ficar sob a responsabilidade de apenas duas, três pessoas. O conselho gestor, à princípio, ditaria sua visão estratégica e as metas a serem perseguidas pelos profissionais contratados que efetivamente deveriam tocar o trabalho. Disponibilizando um orçamento próprio e avaliando o trabalho executado diante da receita à disposição.
Porém não é o que vem acontecendo e a figura do diretor contratado e especialista do assunto torna-se praticamente nula. Se o Flamengo deseja manter um grupo para dar pitacos no futebol, deveria ser traçado um limite de sua atuação.
O futebol hoje exige rapidez nas negociações, velocidade nas contratações e nas conversas. Se a cada tentativa de reforço do futebol for necessária uma votação do conselho a pasta ficará ainda mais engessada.
O ideal seria que com o tempo essa participação dos gestores fosse sendo reduzida e o Rodrigo Caetano montasse sua estrutura e tocasse o negócio, sendo cobrado pelos resultados e êxito nas contratações.
É justo que no primeiro ano de gestão e o caos encontrado, Rodrigo Tostes fosse obrigado a ficar com a chave do cofre no bolso. Mas já é o terceiro ano de gestão e o futebol precisa ter sua autonomia.
Escrevi sobre isso logo depois do título da Copa do Brasil em 2013.
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Isso sem começar a falar do futebol na prática, o dia a dia do vestiário, ou alguém do conselho gestor do futebol consegue acompanhar isso? Quem cobra dos jogadores, por exemplo? Quem dá um respaldo ao treinador? Quem apaga uma crise interna, sem precisar de demitir o técnico?
A quantidade de treinadores e de diretores de futebol que passaram pela Gávea podem ser resultado disso.
Repetindo: a ideia de um conselho é interessante, mas com suas ideias originais, e não com o que vemos hoje.

a verdade é q esse conselho gestor .. ainda é um mal necessario .. qualquer erro nesse momento botaria tudo a perder … esse negocio de rapidez é relativo .. exemplo .. vc chega a trasado em uma negociaçao (demorou tanto votando se correria a tras de um jogador q outro clube ja comecou a negociar ) mas vc chega com grana na mesa … tu leva o jgogador … e é isso q o fla está procurando fazer … varias cabecas pensam melhor q uma .. ou seja .. a probabilidade de acerto eh maior ( se a tomada de decisões for de um grupo ) …
E quem conhece de futebol sabe q suas duvidas.. sao meio toscas .. quem cuida disso sempre foi o diretor e o gerente de futebol … com a decisão tomada pro vice de futebol … agora provavelmente o diretor retá mais poder .. será tipo um vp do fut …
Achave tem que esta ainda presa sim, hoke temos um caetano mais seguro no que faz, ontem nao tiamos ano que vem Rodrigo ira ter mais abertura todos sabem disso
Gosto do Conselho Gestor. Vida longa aos Blues. Saudações st..