Fonte: O Globo
Lateral-direito usa as redes sociais para explicar o porquê de não ter voltado a São Januário
Anunciado no início da manhã pelo presidente do Vasco, Eurico Miranda, o lateral-direito Léo Moura quebrou o silêncio na noite desta segunda-feira. Depois de voltar atrás e cancelar o retorno a São Januário, o jogador usou as redes sociais para dar sua versão da negociação. Segundo o texto, Léo Moura não poderia acertar com o clube da Colina em respeito e carinho à torcida rubro-negra e ao clube da Gávea.
Abaixo, a íntegra do comunicado de Léo Moura:
“Aos meus fãs, um pequeno esclarecimento, pois tenho o carinho e a admiração por vocês, que sempre torceram por mim. Então, mais tranquilo, resolvi me pronunciar.
Realmente, a proposta existiu, chegou até mim como qualquer profissional. Mas em nenhum momento assinei qualquer documento firmando um compromisso e falei algo na imprensa ou em qualquer outro lugar.
Todos têm o direito de falar, mas devemos pensar antes de julgar qualquer coisa.
Por respeito e carinho à nação rubro-negra, meus fãs e pelo clube, por tudo o que aconteceu na minha despedida, eu não poderia fazer isso.
Estou com a cabeça tranquila e em paz, tomei a decisão certa.
Mesmo com todos os comentários negativos à minha pessoa e à minha família que fizeram, não tenho mágoa. Mas peço sempre que julguem, só falem quando tiver certeza.
Eu hoje pertenço ao FTLL Strikers e isso tem que ser respeitado.
Um abraço e boa noite.
Léo Moura”

Historinha pra boi dormir… Pra mim ja era filho… Alem de judas, é peidao tb! ??
Nunca vi, em toda minha experiência como torcedor, um jogador tão mal orientado ou desorientado como Leo Moura. Chego a sentir pena do cara. Salvo se tudo foi invenção de Eurico. Vai saber.
Agora eu quero saber quem está falando a verdade, Eurico mafioso ou Leo Moura?
Não gosto nenhum pouco do Eurico, mas acho q ele está falando a verdade. Ele não ia anunciar um reforço que não estivesse certo, isso seria burrice, se queimar com a torcida.
O Romário confirmou pelo Twitter que o LM ligou pra ele pedindo o telefone do Eurico.
Se ele “nunca poderia fechar com o Vasco” em sinal de respeito pra que ir lá e ouvir proposta então??
Pra mim tá claro que houve acerto, mas antes de assinar, ele deu pra trás pela repercussão negativa. Quando ele fala que “houve proposta, mas nunca assinei nada”, na verdade ele confirma isso. Se não tivesse fechado com o Vasco, diria que só recebeu a proposta mas não chegou sequer a negociar em respeito a torcida. O que ele fala é que não assinou. E, sinceramente, o Eurico não teria pq inventar, até pq o desmentido, a não vinda do jogador, pegaria mal. O vice de futebol também confirmou o acordo e que foi o empresário dele que procurou. Pelo menos comigo o Léo Moura terminou de se queimar.
Já foi anunciado que o vasco tem gravação. Triste final de carreira. Mas seu comportamento quando do desligamento do Fla já prenunciava tudo.
O Romário confirmou pelo Twitter que o LM ligou pra ele pedindo o telefone do Eurico. Nunca foi meu ídolo mesmo, mas era alguém que respeitava pelo tempo no clube. Agora só consigo pensar que pena ele ter tido uma despedida do Flamengo e não o Angelim.
Cara Camila, nos dias que vivemos a relação entre jogadores e Clube está cada vez mais estranha. Independente do quanto não honrar a própria palavra diminui quem a profere, sobreleva-se no caso a ausência total de compreensão do que significa essa relação jogador, Clube e torcida. Sei que há algum tempo tivemos Tita, Andrade e Bebeto, entre outros. Mas não posso deixar de admirar Moderato. Caso não saiba quem é, pesquise na internet: Moderato jogador do Flamengo. Sei que você irá se emocionar. Bela história. E verdadeira.
Não se esqueça de colocar também: apendicite.
Bem ou mal, mas recuou, ele tem crédito para receber o perdão da nação.
Para mim palavra dada, empenhada, é mais que assinatura em contrato, com firma reconhecida, testemunhas juramentadas e mão sobre a Bíblia. Assim tenho me comportado e assim espero que os outros me respondam. Na minha terra, hoje
lamentavelmente não mais, era esse proceder que de um homem se esperava, o honrado fio do bigode. Até entendo que diante de circunstâncias especiais e extraordinárias alguém possa clamar por compaixão e, com a aquiescência do outro, desfazer o já feito. Mas, que fique claro: após dada a palavra ela nos prende e dessa prisão só se afasta com a liberação do dono do nosso empenho. Mas
outros são os tempos e é bem que se diga como Cícero: “O tempora! O mores!”