Fonte: Lancenet
No mercado financeiro, tempo é igual a dinheiro. No Flamengo, portanto, é motivo de muita comemoração e alívio, principalmente para o técnico Cristovão Borges que, desde que assumiu a equipe, há pouco menos de duas semanas, ainda não conseguiu ter uma semana cheia para comandar, ajustar e definir um padrão de jogo nos treinamentos.
Contratado dois dias após a demissão de Vanderlei Luxemburgo, Cristovão já pegou o Campeonato Brasileiro na sequência de jogos entre quarta e domingo, tendo o tempo máximo de dois dias seguindo apenas para trabalhar e conhecer o elenco, justamente às vésperas do clássico contra o Fluminense.
Desde o clássico, que aconteceu no domingo, dia 31 de maio, o grupo se reapresentou no dia seguinte, sendo que os titulares realizaram uma atividade regenerativa. Na terça, treinaram e viajaram para Belo Horizonte, para o confronto com o Cruzeiro, no qual o Flamengo perdeu por 1 a 0, na estreia de Vanderlei Luxemburgo pela equipe celeste.
Depois disso, a delegação retornou ao Rio de Janeiro na quinta-feira à tarde, sob grande protesto no Aeroporto Santos Dumont e, na sexta, dia 5, Cristovão só pôde comandar uma atividade de finalizações com os reservas novamente, já que os titulares ficaram na academia para recuperação muscular.
Na coletiva de imprensa, consedida na véspera do jogo contra a Chapecoense, o treinador deixou claro a falta de tempo para treinar e estava tentando trabalhar, principalmente, na base das conversas individuais, com vídeos e com a percepção. Além, é claro, de tentar motivar os atletas a cada treinamento.
Diante da primeira vitória no Campeonato Brasileiro, e a esperança de dias melhores daqui para frente com a chegada de possíveis reforços, Cristovão Borges espera continuar na bonança após passar pela zona de tormentas.
– É o que estávamos precisando, porque não tínhamos vitória no campeonato e isto não é campanha para o Flamengo. Agora vai dar tranquilidade para nós. Demos uma resposta para a nossa torcida. Nossa equipe se empenhou. Teve uma sintonia e as coisas aconteceram. A entrega foi muito grande e precisávamos muito vencer para respirar – comemorou o treinador.
Se Cristovão vinha sendo questionado, mesmo com pouco tempo de trabalho, daqui para frente não terá mais “desculpas” caso as vitórias não voltem a ser frequentes.

Jornalista que escreve CONCEDOR com “S,” é o fim da picada. Este é mais um retrato do Brasil atual: Encontra-se, em tudo, mais erros do que acertos. Vejam o erro grosseiro no quinto parágrafo do texto acima: “Na coletiva de imprensa, consedida na véspera do jogo contra a Chapecoense”
Ajusta esse time Cristóvão ! vc pode se afirmar de vez no mercado ou se afundar!
Time precisa de movimentação! toque e posse de bola! não pode ser um time estático, e definitivamente, o Samir não pode ser vendido agora, vamos rumo a vaga na libertadores, após, sim, estará valorizado e ser vendido.
ESSA
SEMANA ELE TERÁ VARIOS DIAS PRA TRABALHAR…. ACHO Q MEXEU ERRADO
CONTRA A CHAPECOENSE… UM JOGADOR A MAIS CONTRA UM TIME DE MENOR
ESPRESSAO, JOGANDO EM CASA E ELE ME TIRA UM CABEÇA DE AREA E POE MAIS UM
ZAGUEIRO. MAS, ENFIM, COMEÇO DE TRABALHO, PRESSAO, SEM TEMPO PRA
TRABALHAR A EQUIPE DIREITO, OK, DEIXA PASSAR. AGORA, A PARTIR DE FIM DE
SEMANA Q VEM JÁ VOU COMEÇAR A COBRAR UM MELHOR JOGO DO TIME. AINDA
PRECISAMOS DE UM MEIA DE QUALIDADE. VIDA LONGA AOS BLUES. SAUDAÇÕES ST..