Este post começaria elogiando a escalação vitoriosa que Oswaldo de Oliveira botou em campo no domingo, contra o São Paulo. Antes de começar a rasgar a seda pelo novo treinador, porém, nos demos conta de que a escalação, com exceção de Éverton na lateral esquerda, era a mesma utilizada pelo antigo treinador na derrota para o Palmeiras.
Alan Patrick posicionado como um volante-nem-tão-volante, ligando o meio campo a Sheik e Guerrero, deixando Ederson ser o 10, com liberdade para chegar ao ataque? O antigo treinador já fazia isso também.
Olhamos para a zaga. Lá estavam Wallace e Samir, que, se não são os zagueiros dos sonhos de ninguém, são os melhores de que dispõe o Flamengo (ou pelo menos os mais entrosados). O antigo treinador também achava isso, mas Samir resolveu bater ponto no departamento médico e o contratado César Martins mostrou que chegou fora de sintonia e precisa de um tempo para entrar nela.
Diante de um adversário quase zumbi, o Flamengo, pela primeira vez no campeonato, virou e venceu uma partida. Pela primeira vez mostrou a tal competitividade que os doutos tanto exigem. No Maracanã, pela primeira vez, o Flamengo teve um adversário frágil pela frente e fez o que cabe fazer nessas horas: foi para cima, sem hesitação.
O Flamengo de Oswaldo, se mostrou alguma coisa digna de elogio em apenas uma partida, mostrou vontade. E vontade é o combustível, como bem disse Guerrero, para passar por cima do rival.
Fonte: Deixou Chegar


























