Fonte: Torcedores.com
Terminou o primeiro turno do Campeonato Brasileiro 2015. O campeonato está interessante, jogos emocionantes, a média do atual Brasileiro, com 17.026, é a maior desde 2009, quando o campeonato teve 17.807.
Mas com o velho problema de arbitragens errando mais do que o normal. E, também, tem o nível técnico que deixa a desejar. Não reconhecer isso e dizer quem diz isso tem “má vontade com o futebol brasileiro” está fugindo da realidade e levantando a bandeira do “pachequismo”.
Jogos emocionantes não necessariamente significam jogos com boa qualidade técnica. Não vejo nenhum clube brasileiro que jogaria para disputar o título nos principais campeonatos europeus. Nem o Corinthians do Tite cantado em prosa e verso por muitos da imprensa não ficaria entre os primeiros do Campeonato da Inglaterra, Alemanha, nem Espanha e Itália. Muito menos chegaria à semifinal da Champions League – Liga dos Campeões.
O Corinthians fechou o primeiro turno com o título simbólico, mas não apresentou até aqui futebol de campeão. Ninguém, na verdade, mostrou futebol de campeão. Apenas clubes que tiveram fases de campeão. Sport com sua invencibilidade no início, Atlético-MG assumindo a liderança depois, Palmeiras no embalo de sete jogos sem perder com Marcelo Oliveira, o Corinthians com sua ótima defesa e “sorte” em alguns jogos – inclusive “sorte com a arbitragem” – e o Grêmio do técnico Roger com um futebol de toques e contra ataques rápidos.
Na outra ponta, o calvário do Vasco para fugir do terceiro rebaixamento em sete anos.
Por causa de um calendário errado se diz que é jogado dois campeonatos no Brasil – primeiro e segundo turno. O que acontecerá no segundo turno é condicionado quais serão os times após a janela europeia (não só ela) se fechar.


























