(Blogueiro entrando com riso amarelo de quem junta pós-jogo com pré-jogo)
Oi, Nação. Todo mundo aí? Já vou começar logo explicando a ausência do pós-jogo de quinta. Não tive grana pra ir e estava crente que ia mitar, postando meu parecer pouco tempo após o apito final. Já estava me sentindo até responsável e tudo mais. Daí aconteceu de uns frequentadores aqui do Boteco, um povo muito gentil e hospitaleiro, me convidar para assistir ao confronto (aquilo foi um confronto?) com eles. Além das risadas, do papo agradável e da boa companhia, uma quantidade infinita de ótimos quitutes e certa quantidade de álcool foi ingerida. Calor… Vodka… Efeito negativo. Saí de lá achando que após seis vitórias seguidas, havíamos tropeçado justo para o Coritiba, equipe habitual das regiões menos nobres da tabela. O sonho foi tão esquisito que até teve o requinte de conter a nossa própria gente gritando “olé” no estádio saudando o toque de bola da equipe paranaense. O mundo dos pesadelos é mesmo tecido de coisas impossíveis.
E lá vamos nós para a luta outra vez. Dessa vez com a ajuda de Guerrero, o Flamengo vai a campo em BH para enfrentar o Galo, que está juntando os cacos após o atropelamento proporcionado pelo Santos… Que havia sido igualmente esmagado pela Ponte poucos dias antes. Ah… O futebol e suas surpresas e imprevisibilidade.
A Nação Rio não se fez de rogada. Após o tropeço de quinta (admitindo que aconteceu e não foi um sonho ruim), fez fila na Gávea para comprar ingressos e pegar o avião/estrada para Belo Horizonte. E justo em um final de semana em que parece que o verão decidiu chegar de vez na Cidade Maravilhosa. Lindo isso. E aconteça o que acontecer… Todo mundo lá no Maraca no outro domingo, onde realizaremos os serviços fúnebres das despedidas do nosso co-irmão, Vasco da Gama, que em 2016 fará mais uma viagem de reflexão e auto-conhecimento até as profundezas fétidas dos porões da Série B, que já deve até ter um cantinho com a placa de “reservado” para o Time do Eurico.
Esperamos o Flamengo avassalador das seis primeiras rodadas do returno. Todos nós temos dias ruins no trabalho em que as coisas acabam não dando certo. Quinta foi um desses dias para nossa equipe. Com a licença do Flamengo da Depressão, que apresentemos a sarrância que vínhamos mostrando em todas as partidas. Uma pena o tropeço, já que quase toda a rodada nos favorecia quando entramos em campo. Mas não há de ser nada.
Segue a luta. Agradecimentos cariocas ao Atlético Mineiro pelos ingressos enviados para venda aqui no Rio. Facilita muito… Bem… Como lá existe uma parte da turma racha-cabeça do adversário bem empolgada, pode até parecer isca para uma emboscada, mas dane-se. Tudo vai correr bem. Muita gente me procurou pra pedir dicas sobre a viagem. Alguns debutando na arte de torcer em território alheio. Excelente. Nada de Manto nos arredores, cuidado com o sotaque e também tem aquilo… O que são quatro ou cinco pessoas nas cercanias do Independência com uma imensa variedade de cores nos trajes, mesmo sem preto e vermelho? Fácil né? Se em grupos maiores que cinco, prudente caminhar de dois em dois. Mas é tranquilo se manter a cautela. Prova disso é que estou vivo até hoje.
G4? Título? Seja o que for… É o Flamengo. Sempre há de valer o esforço.
MESA DA JOGATINA
Não escalo mais jogadores de quem está no G4. Para não haver conflito de interesses. Na quinta perdi a paciência e tasquei o Flamengo inteiro. 4,59 foi minha pontuação. Que beleza…
MESA DA ARCOIRIZADA
Não sei quem é mais patético ao rir do Flamengo por causa de um tropeço. O Botafogo achando que G4 da Segundona significa alguma coisa; o Vasco achando que vai escapar da Série B; o fluminenCe despencando na tabela e apanhando da torcida no treino. Enfim…
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E… rola um Snap em breve. Sem “nudes” até prova em contrário.
Momento ameaça. Estou levando uma câmera para BH. Se eu achar um nerd dentre vós para editar e jogar no YouTube, vai ter Diário de Bordo das viagens na versão literária e audiovisual. E vocês querendo a Nivinha. Eh, eh, eh…
Por ora… Segue a colaboração de Ricardo Herdy aqui para o Boteco. Recomendo.
Papo sobre futebol e literatura. Um deles com nosso Capitão, Wallace.
Fonte: Torcedor do Flamengo
