E mais uma vez a Nação Flamengo dá um show fora dos gramados. O jogo de hoje, no Estádio Mané Garrincha, contra o Coritiba, já virou recorde de público, com 67 mil ingressos vendidos antecipadamente. Quarenta e oito horas antes da partida, já não era mais possível encontrar entradas para o jogo da vigésima sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Tudo correndo como manda o figurino e o prenúncio de um novo show nas arquibancadas. Contudo, a organização do evento deixa a desejar e a retirada dos ingressos encontra-se muito tumultuada.

O que chama a atenção são as contradições encontradas nesse processo de compra dos ingressos. Se o torcedor fosse não sócio e fosse em um dos pontos de venda físicos, ele pagaria o preço cheio do ingresso, sem taxa de conveniência. Contudo, saía com o ingresso em mãos. Segundo Alexandre “mais valeria a pena eu pagar R$80, não usufruir do desconto de sócio, mas ter a conveniência de sair com ele (ingresso) na mão. Como eu já tinha desembolsado a grana pelo ST, não quis pagar duas vezes.”
Caso o torcedor não sócio optasse por comprar pela internet, ele pagaria uma taxa de “conveniência” de R$ 15 e retiraria o ingresso a partir de hoje, no Estádio Mané Garrincha, em uma fila não dedicada. Ou seja, além de pagar a taxa, ainda tem que enfrentar filas gigantescas, que são estimadas em mais de 4 horas.
Sendo sócio torcedor, que seria um modo de facilitar, a situação também beira ao absurdo. Além de pagar a taxa mensal do plano escolhido, não se tem o benefício do cartão-ingresso nos jogos fora do Rio de Janeiro, fazendo com que a retirada se dê no estádio apenas no dia do jogo.
Sabemos que a diretoria incentiva o ingresso de novos sócios torcedores nos quadros do clube, para que possamos ter uma receita maior, fortalecendo o Mais Querido. O que estamos vendo em Brasília é apenas uma pequena demonstração da força que o Flamengo possui nos chamados centros Off- Rio. Na maioria das vezes, torcedores abnegados, que apoiam o clube pagando um programa de sócio torcedor, de qual pouco usufruem. Quando finalmente, eles têm a chance de ter algum benefício, o descaso toma conta fazendo com que muitos torcedores pensem duas vezes antes de fazer sua adesão.
Que o jogo de hoje sirva como exemplo e de lição para que a diretoria possa atuar corrigindo as falhas do programa, fazendo com que o mesmo seja mais atraente e, consequentemente, aumente o número de adesões, levando o Flamengo a ter o maior programa de Sócio Torcedor do Brasil.
Fonte: Falando de Flamengo


Sou sócio-torcedor e cheguei no Mane Garrincha as 12h15 e às 12h30 ja estava com ingresso na mão. Realmente a fila para os sócio-torcedores estava grande mas andava muito rápido e tinha uns 10 ou 15 caixas fazendo a troca bastando levar o voucher assinado e documento de identidade.
Foi rápido e não justifica toda essa reclamação dos anti-tudo!
Mas realmente pode ser melhor, o certo ao meu ver neste caso seria poder retirar o ingresso de sócio-torcedor em qualquer ponto de venda.
Mas isso aqui é o Brasil e ainda vai demorar mais uns 100 anos pra gente consiguir desburocratizar este país!
Marcos, tenho todo respeito a sua opinião, mas vou relatar o que vi e passei. Cheguei lá 9h, testemunhei a situação acima e passei para o Leo, do Falando de Flamengo, que fez a matéria.
Estava um caos pela manhã, tudo muito desorganizado, com apenas dois guichês atendendo os ST, a fila só aumentava e o sol estava de rachar. A galera começou a inflamar.
A partir da reivindicação do pessoal, que quase chegou ao ponto de revolta, a organização se mexeu e, em torno de 10:30h, trouxe mais atendentes. Dali em diante, o atendimento começou a andar mais rápido. Ou seja, o bom atendimento que você teve foi em decorrência da reivindicação de quem estava lá pela manhã. Não fosse isso, você provavelmente não teria sido atendido em 15 minutos.
Habitualmente coloco meus posicionamentos aqui e o pessoal sabe que não faço o tipo reclamão. Sou bastante ponderado em minhas colocações. Todavia, o que vi ali não era um tratamento que o sócio-torcedor de Brasília merece (de nenhum lugar, na verdade), pois é uma das principais praças de ST fora do Rio e os sócios pouco usufruem dos descontos em ingressos. Brasília tem sido fundamental para o Flamengo faturar um extra e fechar suas finanças conforme planejado.
Todos nós, e aí peço permissão para incluir você, somos aqueles idealistas que são sócios para ajudar o clube a se organizar, pagar dívidas, ter um bom elenco. Não fazemos parte da turma que quer uma camisa em contrapartida à associação no ST. Mas acredito que tem havido uma certa falha de gerenciamento nos jogos fora do Rio, que são, via de regra, organizados pela empresa que compra o jogo. Acho que temos que nos posicionar mesmo para que o Fla tome conhecimento disso, pois pode ser que a empresa tenha pintado um mundo maravilhoso para o clube, que acha que tudo está normal. Toda a situação também foi passada detalhadamente para o Marketing do Clube.
Ademais, não vejo nenhum problema em sair uma notícia dessa natureza. Temos que deixar de achar que a imagem do clube está acima de tudo, até do nosso respeito enquanto consumidor, e mais, enquanto sócio que proporciona ao clube uma considerável renda mensal. Sou sócio desde o primeiro dia (primeiros minutos, na verdade), sou Off-Rio, compro produtos oficiais (todas as camisas), PPV, enfim, tudo que for pelo Fla eu faço. Inclusive todo ano doo uma grana boa aos projetos incentivados e frequentemente aos parceiros, como Anjo da Guarda e Flamengo da Nação. Não pretendo com isso mostrar que sou mais ou menos torcedor que ninguém, mas que não poupo esforços para ajudar nosso Mengão, assim como não poupo para defender meus direitos.
Espero que tenha compreendido a mensagem. Ela não tem o condão de ofendê-lo, mas de informar melhor sobre o que se passou ali, naquele momento. Tenho todos os respeito por todos aqui e leia a mensagem como algo falado em tom amigo. Não devemos nos desunir, tampouco pretendo disseminar a discórdia.
Forte abraço e SRN!
3 x 0 Mengão, hoje.
Ok. Pelo menos resolveram os problemas de de manhã.
Sinto muito estes transtornos porém vou contar.um fato q ocorreu comigo .
Em 1963 saí de BH e chguei ao Rio na estação Mariano Procópio na praça Mauá mais ou menos às sete da manhã. de domingo para a decisão do campeonato carioca.
O jogo era FLA x FLU. Imediatamente fui.para o Maracanã e numa boa, comprei meu ingresso e esperei abrirem os portões, o que ocorreu meio dia. O jogo começava às cinco da tarde.
Pessoal sabe qtos torcedores estavam Maracanã???? Apenas 222.000 pessoas!!!!!
Sendo 177.000 pagantes!!!! É mole????Houve invasão daí este número gigante que foi
A propósito da desburocratização, o jogo contra o Shakhtar não exigia que buscássemos ingresso em lugar nenhum. Bastava imprimir em casa e levar. Como deve ser. Se ali foi possível, tem que ser possível nas demais situações. Abç
Eu cheguei 9h30min e saí de lá 12horas.
Carlos, leia o que escrevi abaixo. Você deve ter passado o que passei e visto o que vi. Abç e SRN
Eu, ST, cheguei as 13 e saí as 13:05. As duas filas estavam mínimas nesse horário.. provavelmente corrigiram os erros que haviam.