A Concessionária do Maracanã já projeta um aumento de renda em diversos itens com a provável aprovação da comercialização de cerveja no Estado do Rio. Quem deve lucrar em conjunto é o Flamengo pelo contrato firmado com o estádio. Mesma perspectiva tem o Botafogo no Engenhão.
A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) aprovou lei que libera a venda de cerveja nos estádios de futebol. Falta a sanção pelo governador Luiz Fernando Pezão. Há uma perspectiva de a bebida ter a comercialização autorizada em até 20 dias.
“Teremos impacto indireto porque haverá mais gente no estádio. Pesquisas mostram que a cerveja pesa na decisão de ir ou não. E deve ajudar na venda de camarotes”, contou o diretor de marketing do Maracanã, Marcelo Frazão, que irá conversar com fornecedoras de bebida. “A maior renda deve vir da venda de exclusividade da cerveja oficial, tanto pela associação com a marca quanto pelo volume de vendas.”
Dessas prováveis rendas, o Flamengo terá participação na venda de bebidas, e nos camarotes. O direito de exclusividade pertence só ao Maracanã. O estádio deve atrair companhias de bebidas por dar acesso a um público entre 2 milhões e 2,5 milhões que vão ao local.
O Maracanã poderia se adaptar facilmente à venda de cerveja, segundo Frazão. A única necessidade é fazer ajustes na segurança no setor central, o que já está em negociação com o Gepe (Grupo de Policiamento dos Estádios).
O Botafogo batalhou para a aprovação da legislação pois tem possibilidade de lucrar com dois estádios, o Caio Martins e o Engenhão. “Nossa expectativa é de que naming rights e exclusividade de venda de cerveja gerem renda. Será difícil a negociação no momento por causa do momento do país”, contou o presidente alvinegro, Carlos Eduardo Pereira.
Nem Maracanã, nem Botafogo têm ainda projeção de quanto vão lucrar com a venda de cerveja. No caso da Concessionária, este cálculo começa a ser feito agora, mas, quando ganhou a concessão, já havia planos com e sem cerveja.
Fonte: Rodrigo Mattos

Vai dá m…
Malditos intermediários sanguessugas.
Os proprios clubes deveriam gerenciar diretamente o estádio, sem interferência de empreiteira amiga de governador.
Flamengo não deveria receber "uma participação" e sim todo o lucro.