Rubens Lopes, presidente da Federação do Rio (Ferj), não quebrou a unanimidade da Assembleia Geral da CBF que decidiu não se opor à realização da Liga Rio-Sul-Minas, nesta terça-feira. No entanto, não entende que saiu da reunião derrotado. Pelo contrário.
As condições impostas para que o torneio aconteça em 2016 incluem respeito à pré-temporada, ao intervalo mínimo de 60 horas entre os jogos e, mais importante na visão de Lopes, respeito aos estatutos de todas as entidades, da Fifa às federações estaduais. Neste aspecto, acredita ter um trunfo político nas mãos. No caso do Rio, o respeito ao estatuto da federação inclui a exigência de autorização para que Flamengo e Fluminense possam disputar a nova competição.
Na visão do dirigente, os dois clubes, que são seus rivais políticos, ficam obrigados a negociar com a Ferj, a abrir um canal que estava fechado. E Lopes acredita que poderá impor suas condições.
Além disso, o Rio de Janeiro tem um Estadual com 19 datas. Como resultado, um calendário que não comporta a disputa da liga sem haver sobreposição.
Fonte: O Globo

Um atleta não pode jogar em menos de 60 horas…
Na moral a FERJ tem que autorizar o flamengo e o fluminense jogar kkkkkkkkkkkkkk