No começo dos anos 2000, o Oakland Athletics (A’s), time de beisebol dos Estados Unidos, estava falido, sem dinheiro, sem time e às vésperas de começar os treinos. Impossível competir com a “velha política” de pagar altos salários aos jogadores, o gerente geral do clube, Billy Beane, então revolucionou o esporte. Com ajuda de Paul DePodesta, que nunca tinha pego num bastão, começaram a contratar jogadores através das estatísticas.
Não eram simplesmente números, mas dados filtrados de habilidade ou atributos específicos, que mostravam as qualidades de jogadores que ninguém nem imaginava. Foi assim que montaram a equipe que bateu o recorde de vitórias seguidas na história da MLB, com atletas que ficaram “escondidos” na velha política de contratação. A nova fórmula foi contada no livro “Moneyball” e ganhou as telas no filme “O Homem que mudou o jogo”, que concorreu ao Oscar de melhor filme em 2012.
Assim que assumiu em 2013, a diretoria do Flamengo tentou implantar essa política e buscar jogadores que não eram aproveitados ou deixado de lado pelos demais clubes. Assim vieram Diego Silva, Bruninho, Paulinho, Gabriel, Chicão e até mesmo o já consagrado Elias. Alguns tiveram sucesso e outros fracassaram. Mas a tendência de contratação, que começou tímida e com algumas falhas, se perdeu ao longo dos três anos seguintes.
Ao invés de filtrarem as qualidades específicas, com um aprofundamento maior de observação, estudos e testes, o clube caiu na velha política de contratação desesperada por resultados. Os contratados, que deveriam jogar em clubes parceiros, se desenvolverem e/ou entrarem no Flamengo com uma sequência para adaptação, acabaram nos primeiros resultados ruins. Não se aprofundaram e desenvolveram o projeto.
Tentaram parte dessa política, mas vieram jogadores sem nenhum encaixe entre eles. Todos jogavam de forma diferente do outro, isso com um time que começou a ser construído do zero. Se em 2013 ainda deu frutos, depois desandou e por uma razão. No A’s, os jogadores foram contratados de acordo com a filosofia de jogo, uma identidade técnica e que a diretoria tinha. Hoje não há uma no Rubro-Negro. Hoje se contrata em janeiro, mas até quatro outros treinadores vão ter que reconhecer o elenco. Qual a filosofia do Flamengo?
A “política Moneyball” é muito mais ampla e complexa, principalmente porque analisa cada posição especificamente, mas por aqui já falhou em velhos dogmas do futebol brasileiro.
Fonte: Goal


Concordo, acho que um clube de futebol deve ter a sua identidade, é preciso reconhecer que no momento nossa diretoria acerta muito na parte administrativa mas na parte técnica deixa a desejar, acho queles deveriam contratar um bom diretor para implementar uma nova filosofia para o futebol do clube que envolva todas as divisões de base, tal como o Barça.
SRN #BOICOTEAOCARIOCA
Moneyball funcionou com o cruzeiro. Primeiro é o flamengo decidir qual é o seu diretor e vice de futebol, assim como técnico, praticamente todo mês muda. Segundo é criar uma filosofia e implanta-la desde a base a partir do trabalho dos citados no primeiro. E por último é a torcida comprar a idéia, porque qualquer resultado já pedem a saída dos envolvidos como se isso resolvesse algo no futebol atual. Só assim o moneyball vai funcionar, adianta de nada ficar contratando jogador pra treinador que passa 3 meses no clube, exemplo disso é o luxemburgo que deixou uma verdadeira herança maldita no flamengo. E que contratem um técnico descente, da onde se viu o flamengo com ney franco,jorginho,cristovão borges,luxemburgo desde outras enganações que passou nos últimos anos, e qnd isso acontecer que banquem ele o tempo nescessário.
Wallim presidente. Acordaaaa galera.
bandeira ta sendo obsessivo ta colocando a corja do passado no fla.
e todos estao apoiando o wallim ate o zico.
Segundo suas próprias palavras, não há motivos , de preocupação, pois se todos estão a apoiá-lo, o sr. Burns , dos Simpsons, já ganhou, o pleito, no próximo dia 7.
Wallim é um arregão. BAP, um sonhador. Ambos caíram fora do barco quando ele começou a “afundar”… enfim, só se acerta, errando! Apesar da cara de “otário”, o BANDEIRA devolveu a DIGNIDADE ao CRF e manteve-se firme nos seus propósitos. O melhor para o MAIS QUERIDO é a CHAPA AZUL! O resto é ilusão. E desse quesito estamos fartos. Essa torcida IMPACIENTE precisa aprender QUE NADA SE CONSTRÓI NUM CURTO PRAZO. Estamos chegando onde jamais poderíamos imaginar. A realidade é muito mais do que palavras, é AÇÃO!